Blog Vida Ativa na Maturidade

 

 

Socialização Melhora o Funcionamento do Cérebro

Postado por Jessica Ribeiro em 4 de novembro de 2010.

Dizem que os seres humanos são animais sociais. Intuitivamente concordamos (até os introvertidos!) que o contato social traz benefícios.

Obviamente nós precisamos de outras pessoas para preencher necessidades básicas como garantir que nossos genes passem a outras gerações. De forma menos óbvia, nós precisamos de outras pessoas para manter níveis adequados de sanidade mental e motivação. Menos óbvio ainda é pensar que o contato social pode nos ajudar a melhorar o funcionamento do nosso cérebro…

Saúde mental parece depender em grande parte de estarmos conectados a outras pessoas. Uma pesquisa publicada em 2008 por Ybarra e sua equipe, da Universidade de Michigan, nos EUA, demonstrou que a socialização e exercícios mentais têm efeitos muito similares em termos de melhorar as funções cerebrais! A hipótese e posterior confirmação do pesquisador era de que a interação social podia facilitar o funcionamento cognitivo (estar a pessoa bem em termos de função cerebral).

Sendo assim….

Vamos exercitar o nosso CORPO, mas também, a nossa MENTE e a INTERAÇÃO SOCIAL!!!

Saúde a todos!!!

Fonte: www.cerebromelhor.com.br/novidades.asp

Abraços

Jéssica Ribeiro, fisioterapeuta


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Sexta-Feira Especial

Postado por Carolina Santos em 6 de outubro de 2010.

Nessa sexta, dia 01 de outubro, para encerrar nosso círculo de atividades especiais da semana, começamos com 3 aulas integradas especiais com os professores  Juliana, Luiz e Mário.

Eles bolaram atividades diferentes e contaram com um café da manhã bem gostoso e saudável para abastecer as energias dos alunos para o evento exclusivo que viria a seguir.

Contamos com a presença do Dr. Euler (que já participou da matéria do Globo Repórter noticiada aqui) para apresentar seus estudos sobre os benefícios da dieta amazônica no processo de envelhecimento. Como sempre sua participação foi muito interativa e divertida e quem participou saiu com a idéia de que nosso país tem riquezas ainda subestimadas por nós, mas que já devem começar a serem exploradas agora.

Foi muito bom contar com um ultimo dia de semana tão leve e gratificante que, apesar da chuva, trouxe novos conhecimentos para alimentar nossas almas.


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Aposentadoria

Postado por Carolina Santos em 4 de outubro de 2010.

A reportagem que saiu no Fantástico de ontem, sobre planejamentos para a aposentadoria, mostra que os brasileiros são os que mais contam com a família nessa hora.

Nosso colaborador e amigo Renato Veras faz uma participação e diz:

“A sociedade é outra. Não é mais uma sociedade que a vida se encerra aos 60 anos. Uma vida que se encerra aos 80, 90 ou 100 anos. Portanto, esses 40 anos a mais têm que ser obtidos de uma forma plena. Ou seja, tem que ter dinheiro, tem que ter trabalho, tem que ter lazer, tem que ter uma nova organização social”, explica o médico especialista em envelhecimento.

A matéria também mostra como o jovem pode começar a garantir seu futuro a partir de agora, afinal sabemos que nossa expectativa de vida sobre cada vez mais e é muito confortável ter a certeza de ter independência financeira garantida até os 100 anos de idade, não é?

Colocamos uma pesquisa que relata os mesmos resultados aqui a duas semanas atrás.


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A FIESP de Olho no Envelhecimento Saudável

Postado por Carolina Santos em 3 de setembro de 2010.

Repassamos um texto enviado por Fernando Bignardi, coordenador do Centro de Estudos do Envelhecimento e do Núcleo de Transdisciplinaridade aplicada à Saúde Corporativa da Unifesp.

Ao fim do texto você encontrar o link do site da FIESP onde o texto foi originalmente extraido.

“É possível envelhecer bem e de maneira saudável

Modelo mecânico de avaliação do paciente não permite diagnóstico eficiente. A receita é o
sistema quântico, segundo médicos da Unifesp

É preciso estabelecer novo paradigma quando o assunto é saúde e envelhecimento bem-sucedido. Ao
invés de se lidar com a doença crônica, a prescrição é o controle crônico.

A receita foi dada nesta terça-feira (24) pelo médico Luis Roberto Ramos, chefe do Departamento de
Medicina Preventiva, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “A qualidade de vida não é etérea,
hoje ela é quantificável”, brincou.

O processo de envelhecimento saudável e a manutenção da capacidade funcional foram temas
debatidos na 4ª Mostra de Responsabilidade Socioambiental Fiesp/Ciesp, na mesa-redonda
Envelhecimento e capacidade funcional – Desafio para as empresas e o País.

Para Ramos, a enfermidade é só a ponta do iceberg. O problema a ser sanado é a manutenção da
capacidade funcional e como o indivíduo enfrenta a moléstia. Aliás, ele alerta que “o céu é o limite, e
praticamente todo mundo precisa gerenciar uma ou outra doença crônica na vida”.

Por meio do financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp),
serão incentivados projetos que promovam o exercício físico – com o bairro amigo dos idosos –,
visando tornar ativos os que se encontram sedentários e, de quebra, promover a inclusão social.

Ramos deu, inclusive, uma dica preciosa: computador não é só para os jovens. É uma ótima ferramenta
para o treinamento cognitivo e, além do mais, promove a inclusão digital, na opinião dele.

Pesquisa para o bem-estar

Estudo realizado pela Unifesp ao longo de quatro anos junto à comunidade de pessoas idosas, na Vila
Clementino (zona Sul de São Paulo), confirmou o que senso comum diz: é fato que os homens morrem
mais do que as mulheres.

E revelou novos dados. Quem já esteve anteriormente internado é portador de um marcador: tem mais
chance de morrer do que aquele que nunca frequentou corredores hospitalares.

Outra constatação é que os que sofrem perdas de memória morrem duas vezes mais do que os sãos e
os indivíduos com problemas de funcionalidade morrem três vezes mais do que aqueles que
conseguiram preservar sua autonomia. Diante dessa radiografia, o melhor é manter-se mais do que
ativo.

Para Ramos, o geriatra não consegue vislumbrar sozinho todo esse cenário do paciente e necessita do
apoio de especialidades diversas: enfermaria, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia,
assistência social, psicologia, nutrição, odontologia e educação física.

Estilo de vida

Fernando Bignardi, coordenador do Centro de Estudos do Envelhecimento e do Núcleo de
Transdisciplinaridade aplicada à Saúde Corporativa da Unifesp, complementou esse exame
acrescentando que a maneira como se vê a vida – um copo vazio ou cheio – tem impactos no bem-estar
do indivíduo.

O médico citou estudo publicado pela renomada revista Nature, em 2001, constatando que o diabetes
tipo II é motivado mais pelo estilo de vida (53%) do que pela genética (17%). Já o estudo Aging Well
(2002) detectou outro termômetro: o papel do perdão na longevidade. “A doença é também um fenômeno ecológico”, diagnosticou.

Bignardi apresentou, ainda, case de “gerenciamento de crise” entre quinze executivos de uma grande rede de São Paulo. A mudança veio acompanhada da perda do centro de equilíbrio, encurvando a postura física, fato que gerou reflexos no sistema respiratório, no sono e no excessivo consumo de carne vermelha, devido à cobrança de agressividade em um ambiente fortemente competitivo, levando a alterações metabólicas. Esses fatores associados criam um indicador de “insustentabilidade pessoal”, explicou o médico, ao tratar do tema saúde corporativa.

A profilaxia foi a mudança de hábitos alimentares, a higiene do sono, o uso da homeopatia e técnicas de relaxamento que, após oito meses, resultaram em boa resposta sistêmica. “O modelo médico mecânico convencional não atende à complexidade do ser humano”, disse ao defender a avaliação quântica do ser humano como um todo. ”

Texto de Solange Sólon Borges, Agência Indusnet Fiesp

Site da Fiesp em 24/08/2010


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Envelhecimento com Atividade Física é Igual a Cérebros Mais Afiados

Postado por André Lorenzetti em 26 de janeiro de 2010.

O periódico Archives of Neurology acaba de publicar duas pesquisas que nos mostram que muito do poder de prevenir o desenvolvimento de transtorno cognitivo leve e de melhorá-lo quando ele já existe está em nossas mãos.  Em um dos estudos, pesquisadores da Mayo Clinic – EUA estudaram 1324 idosos com idades entre 76 e 86 anos e demonstraram que aqueles que realizaram atividade física moderada já na meia idade ou na velhice tiveram menos risco de desenvolver transtorno cognitivo leve. Caminhadas, natação, outras atividades aeróbicas, musculação, ioga, foram consideradas atividades moderadas.

No segundo estudo, pesquisadores da Universidade de Washington ofereceram um programa de atividade física para 33 idosos com o diagnóstico de transtorno cognitivo leve com média de idade de 70 anos. Uma parte dos idosos recebeu um treinamento aeróbico intenso, de 45-60 minutos por dia, enquanto outra parte realizava apenas alongamento supervisionado, sem elevação da freqüência cardíaca. Após seis meses de treinamento, aqueles que foram submetidos à atividade física intensa apresentaram melhora das funções cognitivas quando comparados ao grupo que ficou restrito ao alongamento. E os efeitos positivos foram ainda mais significativos entre as mulheres, o que pode ser explicado por diferentes efeitos no metabolismo das mulheres, como foi demonstrado na produção e utilização de insulina, glicose e hormônio cortisol.

Já conhecemos uma série de efeitos positivos da atividade física sobre o funcionamento do cérebro, mas vale lembrar também da questão comportamental, já que bons hábitos costumam atrair outros. Indivíduos envolvidos em programas regulares de atividade física têm mais chance de se alimentar melhor, de ficar longe dos excessos e hábitos prejudiciais à saúde e de seguir as orientações médicas.

Alguns exemplos de atividades físicas moderadas e intensas específicas para pessoas a partir dos 50 anos são: alongamento, biopilates, condicionamento físico, ginástica postural e do movimento e Lian Gong.


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Dança ativa a memória e a concentração em idosos

Postado por André Lorenzetti em 15 de outubro de 2009.

Vejam matéria muito interessante publicada originalmente no site Minha Vida (http://msn.minhavida.com.br/conteudo/10346-Danca-ativa-a-memoria-e-a-concentracao-em-idosos.htm).

Dança ativa a memória e a concentração em idosos

Atividades exercitam região do cérebro responsável pela memória na Terceira-Idade

Por Minha Vida

Uma pesquisa, realizada pelo setor de Gerontologia da Universidade de Campinas (Unicamp), envolvendo dança e idosos comprova que a atividade, além de exercitar o corpo, faz bem para a memória. Habilidades como força, ritmo, agilidade, equilíbrio e flexibilidade também são desenvolvidas e trazem bem-estar e saúde aos idosos. Com a idade, eles deixam de exercitar a área do cérebro responsável por essas ações para estimular outras regiões como a que controla a ansiedade e a motivação.

Segundo os pesquisadores, quando dançam, os idosos fazem um esforço maior para memorizar a sequência dos passos e mostram concentração acima do normal para não invadirem o espaço do parceiro. Além disso, se lembram de experiências e sensações vividas no passado, quando a música os remete à juventude.

Para os pesquisadores, os resultados da pesquisa demonstram que a saúde dos idosos depende de fatores práticos e não apenas de investimento em saúde. Eles acreditam que medidas simples podem garantir uma velhice saudável e feliz, e também alertam para a importância da saúde emocional nos idosos.

Saiba onde aprender e praticar dança.

Conheça outros exercícios para a memória e a concentração.


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Exercícios Físicos Deixam Colesterol Menos Nocivo

Postado por Renato Veras em 5 de setembro de 2009.

Pesquisa comprovou mudanças benéficas nas características das moléculas

Estudo do InCor demonstra benefícios da atividade mesmo sem mudança das taxas no sangue; artigo foi apresentado em congresso atividade_fisica

Estudo realizado por pesquisadores do InCor (Instituto do Coração) de São Paulo comprovou que praticar exercícios físicos regularmente modifica a estrutura do LDL (colesterol “ruim”), tornando-o menos nocivo, mesmo que não haja redução nos níveis medidos. Os dados foram apresentado no Congresso Europeu de Cardiologia, realizado na Espanha.

O estudo acompanhou 40 pessoas sedentárias -30 eram portadoras de síndrome metabólica (conjunto de fatores, como alterações nas taxas de colesterol e aumento da gordura visceral, que elevam o risco de doença cardiovascular).

Os outros dez serviram como grupo controle. Dos pacientes com a síndrome, 20 foram submetidos a três sessões semanais de exercícios na bicicleta ergométrica, durante 45 minutos, ao longo de três meses. Os demais foram acompanhados.

O objetivo era verificar a mudança nas propriedades funcionais das moléculas de LDL depois da prática de exercícios.

Para isso, os cientistas avaliaram as características do HDL (colesterol “bom”) e a resistência à oxidação do LDL (colesterol “ruim”). A oxidação é o início da inflamação que leva ao acúmulo de colesterol no sangue e à formação de placas de gordura nas paredes dos vasos.

Os pesquisadores constataram que os níveis de colesterol total, LDL e HDL não mudaram após o treinamento. No entanto, as taxas de triglicerídeos caíram e a resistência à oxidação do LDL aumentou.

As moléculas de LDL também ficaram maiores e menos densas, o que significa que elas perdem a capacidade de se depositar na parede dos vasos.
“Observamos que, desde o início, o exercício modifica as composições e as características funcionais das partículas de HDL e LDL. Isso reforça o conselho aos que fazem exercícios e não apresentam de imediato alterações importantes nas concentrações dessas partículas”, explica o cardiologista Antonio Casella, líder do estudo.

“Há um benefício invisível”, diz o cardiologista Fernando Cesena, co-autor do estudo.

Antioxidante

O fato de que a prática de exercícios físicos diminui o risco de doenças é conhecido há bastante tempo. O que esse estudo fez foi mostrar de que maneira o exercício age nas moléculas de colesterol.

“Esse trabalho é mais uma prova de que o exercício funciona como antioxidante, deixando as moléculas do LDL menos tóxicas”, avalia o cardiologista Marcelo Ferraz Sampaio, chefe do Laboratório de Biologia Molecular do Hospital Dante Pazzanese.

De acordo com Sampaio, o fato de os níveis de colesterol total não terem reduzido não atrapalha o benefício proporcionado pelos exercícios. “É possível dificultar o processo de oxidação sem reduzir quantitativamente os níveis de colesterol. Os exercícios alteram a qualidade dessas moléculas.”
Só recentemente pesquisadores começaram a desconfiar que os riscos ao coração não tinham relação apenas com o número absoluto da quantidade de moléculas em circulação. Isso porque eles observavam que muitos pacientes infartados chegavam ao hospital com altas taxas de HDL -conhecido por seu efeito protetor.

Daí que alguns estudos começaram a mostrar que há vários subtipos de LDL e de HDL, de acordo com o tamanho e a densidade das partículas. No caso do LDL, as menores e mais densas são mais aterogênicas porque, entre outros motivos, penetram na parede dos vasos com mais facilidade e são mais suscetíveis à oxidação.
Baseadas nesse tipo de descoberta, algumas pesquisas já sugerem que a densidade das partículas de LDL, e não a mudança nos níveis sanguíneos, é um melhor marcador dos riscos cardiovasculares.


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75% dos diabéticos não têm a doença sob controle

Postado por Renato Veras em 29 de junho de 2009.

Sumário:
1. Conclusão é de estudo epidemiológico brasileiro sobre a situação desses pacientes.
2. Entre eles, quase metade apresenta complicações da doença não-controlada; 16% já têm algum grau de alteração da função renal.

Levantamento epidemiológico inédito, realizado pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) da Bahia, aponta que três em cada quatro diabéticos do país não controlam a doença adequadamente e estão com os índices de glicemia alterados.

A pesquisa realizou exames de sangue em 6.671 diabéticos, na faixa etária de 18 a 98 anos, de 22 centros clínicos espalhados por dez cidades. Trata-se do primeiro estudo epidemiológico brasileiro a analisar a situação dos diabéticos no país.

Avaliando os tipos de diabetes separadamente, o levantamento apontou que apenas 10% dos 679 portadores do tipo 1 da doença controlam-na de maneira adequada. E somente 27% dos 5.692 pacientes com o tipo 2 da doença mantêm os índices glicêmicos normais.

De acordo com o endocrinologista Antônio Roberto Chacra, diretor do Centro de Diabetes da Unifesp e coordenador do estudo, todos os participantes fizeram exame de sangue de hemoglobina glicada para medir as taxas de glicemia.

Com esse exame, é possível avaliar a variação glicêmica do paciente nos últimos três meses e não apenas no dia (como nos exames de sangue comuns). Os exames, pagos pela Pfizer, foram realizados em um único laboratório.

Complicações
A pesquisa também avaliou se os participantes tinham algum sinal das principais complicações do diabetes não-controlado. Do total, 45% têm sinais de retinopatia diabética (problema de visão que pode levar à cegueira), 44% apresentam neuropatia (alteração nos nervos e perda da sensibilidade) e 16% já têm algum grau de alteração da função renal. Todas essas complicações são consideradas crônicas.

A literatura médica aponta que 56% dos norte-americanos também estão com a doença fora de controle, assim como 46% dos holandeses e 40% dos alemães. O pior índice é o da Tunísia, com 83% dos doentes com níveis alterados.

“Os resultados são assustadores. A gente imaginava que a doença não era controlada adequadamente pelo que observamos na prática clínica, mas não tínhamos ideia de que o índice era tão ruim. O estudo prova que a situação no Brasil está complicada”, afirma Chacra.

Na opinião de médico, apesar de o SUS disponibilizar a medicação, a falta de controle da doença ocorre por vários fatores, que incluem pouco treinamento dos médicos e dos profissionais de saúde, baixa adesão dos pacientes ao tratamento, influência da alimentação e vida sedentária. “Não é um único fator que contribui para o paciente não tratar a doença adequadamente”, diz.

Alimentação
Para o endocrinologista Roberto Betti, médico-assistente do Núcleo de Diabetes do InCor (Instituto do Coração) de São Paulo, um motivo importante para explicar por que o diabetes não é controlado corretamente é o fato de o tratamento envolver mudanças radicais e imediatas na alimentação do paciente.

“Toda vez que o assunto envolve alimentação fica mais complicado. É muito difícil fazer as pessoas mudarem seus hábitos de vida e isso acaba se tornando uma barreira. Além disso, o paciente também tem dificuldade em aderir ao tratamento medicamentoso”, afirma o médico do InCor.

Marília Brito Gomes, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, elogiou a metodologia do estudo – que analisou o histórico glicêmico dos pacientes no mesmo laboratório. “Esse fator é muito importante, pois deixa o procedimento padronizado e evita possíveis distorções”, diz Gomes.
Ela diz que os resultados são preocupantes e ressalta os riscos de manter o diabetes fora de controle. “Se o paciente não controlar a doença, ele pode desenvolver neuropatia, nefropatia e retinopatia diabéticas. Além disso, ele tem risco aumentado para doenças cardiovasculares. Além da glicemia, é preciso controlar todos os fatores de risco”, afirma.


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Dieta do Mediterrâneo – mais um estudo a favor

Postado por André Lorenzetti em 11 de maio de 2009.

A Folha de São Paulo de hoje traz uma matéria apontando que o consumo isolado de alguns alimentos trazem poucos benefícios quando comparados com a adoção de hábitos saudáveis.

Um exemplo positivo apontado por uma recente pesquisa publicada no “Archives of Internal Medicine” é a Dieta do Mediterrâneo, por incluir diversos alimentos provadamente benéficos à saúde.dieta-mediterranea

“A dieta mediterrânea é considerada a mais saudável do planeta pois aumenta a longevidade”, diz o nutrólogo Edson Credidio, da Academia Latino-Americana de Nutrologia.

Vale a pena lembrar da importância de outros hábitos que contribuem para a longevidade,  bem-estar e saúde, como a prática de atividades físicas.

Para ter acesso à matéria na íntegra, clique no link http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u563535.shtml


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Comprovações dos Efeitos Benéficos da Arte-terapia

Postado por André Lorenzetti em 16 de abril de 2009.

A Folha Equilíbrio de hoje (caderno semanal da Folha de São Paulo) traz uma matéria sobre as comprovações científicas da arte-terapia na recuperação de casos de câncer. O texto se baseia em pesquisa médica publicada recentemente no “European Journal of Cancer Care”, e realizada na Universidade de Umea, Suécia.

Apesar desse estudo se concentrar nos casos de câncer, muitas pessoas que utilizam a técnica percebem melhora em outras patologias, além da própria prevenção de doenças físicas ou mentais.


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