Blog Vida Ativa na Maturidade

 

 

Brasileiro planeja pouco a aposentadoria

Postado por Milena Almeida em 30 de maio de 2011.

Reportagem de hoje do jornal Folha de S.Paulo:

Embora quase metade dos brasileiros se reconheça despreparado financeiramente para se aposentar, menos de um quinto associa a vida de aposentado à ideia de aperto econômico. É o que revela reportagem de Érica Fraga, publicada na edição desta segunda-feira da Folha.

Os dados são do estudo “O Futuro da Aposentadoria”, feito pelo HSBC em 17 países e obtido com exclusividade pela Folha, que será divulgado amanhã.

Atualmente, o trabalhador pode se aposentar com qualquer idade, contanto que tenha um tempo de contribuição de 30 anos, no caso das mulheres, e 35, no caso dos homens. Contudo, devido ao fator, quanto menor é a idade do segurado, menor é o valor do benefício. Também existe a possibilidade de aposentadoria por idade: 60 anos para as mulheres e 65 para os homens.

Essas regras, no entanto, podem mudar: o governo estuda várias alterações tanto nos regimes de aposentadoria para servidores públicos quanto da iniciativa privada.

A nova opção do governo é uma fórmula simples, que somaria o tempo de contribuição e a idade do trabalhador na hora da aposentadoria. Homens poderiam se aposentar sem sofrer redução dos seus benefícios quando a soma fosse 95. Mulheres poderiam fazer o mesmo quando a soma desse 85.

A fórmula substituiria o fator previdenciário, mecanismo criado em 1999 para incentivar os trabalhadores a adiar a aposentadoria. As centrais sindicais pressionam o governo a extingui-lo.


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Emprego cresce mais na faixa acima dos 50 anos

Postado por Milena Almeida em 25 de abril de 2011.

Reportagem de hoje do jornal Folha de S.Paulo:

O número de trabalhadores deste grupo no mercado sobe 56,1% em oito anos.
Envelhecimento da população e falta de pessoal qualificado explicam fenômeno, afirmam especialistas.

Aposentada há 15 anos, Vanete Ferraz Parente, 70, trabalha numa lanchonete de fast food, no Rio, e não cogita parar tão cedo.
Mariângela Mundim, 52, gerente de Recursos Humanos da Petrobras, completou os 30 anos de contribuição à Previdência, mas não pensa em encerrar a carreira. Elas ilustram um fenômeno que ganha força no mercado de trabalho das seis maiores regiões metropolitanas do país: o crescimento mais acelerado do emprego na faixa de 50 anos ou mais.

De 2003 ao primeiro trimestre de 2011, o número de pessoas ocupadas com mais de 50 anos aumentou 56,1%. O percentual supera o crescimento médio do total da população ocupada (19,8%).
Também é maior que o aumento do número de pessoas nessa faixa etária nas seis regiões, que foi de 41,6% (de 8,9 para 12,6 milhões).
Há oito anos, a faixa representava 16,7% da força de trabalho. O percentual subiu para 21,8% na média do primeiro trimestre de 2011, segundo levantamento da Folha sobre dados do IBGE.

Dos 22,2 milhões de pessoas ocupadas na média do primeiro trimestre de 2011 nas seis regiões metropolitanas, 4,8 milhões estavam no topo da pirâmide etária.Para analistas, a mudança de perfil no mercado de trabalho é explicada pelo envelhecimento da população.
Outro fator é a falta de pessoas qualificadas em algumas áreas, que faz empresas reterem profissionais em idade de aposentadoria.
Pesquisador do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Paulo Meyer Nascimento diz que o profissional de 30 a 40 anos já treinado está mais escasso e caro. Isso leva as empresas a procurar os mais velhos.

MUDANÇA

A gerente da Petrobras diz acreditar em uma mudança cultural das empresas, que passaram a valorizar mais a experiência dos trabalhadores para formar os mais jovens. Na empresa, 4.000 dos 58 mil empregados são aposentados -8% do total.Vanete Parente, que se aposentou como secretária e hoje trabalha no Bob’s, diz que o ganho extra ajuda.
“Me sinto muito jovem e disposta. Não gosto de ficar em casa”, diz ela, que orienta clientes em uma loja na Tijuca (zona norte do Rio).
Especialistas também apontam a necessidade de complementar a renda familiar e as mudanças nas regras da Previdência, em especial o desconto no benefício para quem se aposenta mais jovem -o fator previdenciário, que surgiu em 1999.

Como as pessoas ficam economicamente ativas por mais tempo, Thaíz Marzola Zara, economista da Rosenberg & Associados, sugere que é hora de repensar as regras de aposentadoria.
Hoje, a norma fixa 30 anos de contribuição mínima para mulheres e 35 para homens.

Um dos setores em que o emprego entre os mais velhos cresceu com mais força foi o da construção civil, com alta acumulada de 62% de 2003 até o primeiro trimestre de 2011. O ramo é um dos que mais sofre com restrição de mão de obra e busca empregar os mais experientes.
Segundo Paulo Meyer Nascimento, pesquisador do Ipea, estudo recente do instituto mostra que cresceu significativamente a presença de engenheiros com mais de 50 anos na pirâmide etária da área, o que indica escassez de trabalhadores no setor.

Outro ramo com expansão significativa do emprego de pessoas nessa idade é o de serviços prestados às empresas. Nesse setor, o número de empregados acima de 50 anos subiu 71% entre 2003 e o primeiro trimestre de 2011.O setor envolve os cargos de assessoria e consultoria, muitas vezes ocupados por pessoas aposentadas nas empresas. Um exemplo é o engenheiro Lourenço Righetti, 71. Ele trabalhou por 35 anos numa fábrica de válvulas elétricas para a indústria. Aposentou-se aos 65 anos, como exigiam as regras.Passou a atuar como consultor na própria empresa por dois anos. Depois, foi diretor de outra empresa do ramo. Hoje, presta consultoria.
“Sempre há a necessidade de manter o padrão de renda, mas gosto do que faço.”

Fonte: Folha de S.Paulo

Vanete Parente, 70, trabalha em rede de lanchonete fast food


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A vida após os 60 anos

Postado por Milena Almeida em 7 de fevereiro de 2011.

O Jornal Fala Brasil da Rede Record apresentou uma série especial sobre a vida depois dos 60 anos.

A reportagem inicia com idosos praticando esportes e fazendo da idade uma aliada pela busca de fortes emoções através de esportes radicais e malhação.

No segundo dia de reportagem a abordagem é sobre a busca de qualidade de vida. Hoje os idosos se cuidam mais, se aceitam e não perdem a vaidade.

Um dos exemplos que aparecem na reportagem é a aluna Ivanete, frequentadora do AGE há mais de dois anos.  Ela encontrou na dança a força da juventude, auxiliada pelos nossos professores de dança de salão Ronaldo Mota e Carla Bianco.

A terceira matéria é dedicada aos aposentados que continuam trabalhando, com exemplos de djs, comerciantes e administradores que garantem que o cérebro não envelhece e que possuem ainda muita disposição.

Nosso professor Fábio Metello aparece na aula de Arte Gourmet ilustrando a importância da alimentação na terceira idade.

A matéria seguinte aborda a paixão depois dos 60 anos, seja através da que permanece com o passar dos tempos ou aquela conquistada na maturidade. Essa reportagem traz a gerente do AGE Cristiane Felipe falando sobre a importância do amor na terceira idade.

O último vídeo apresenta depoimentos de idosos que superam a cada dia suas próprias limitações, utilizando sabedoria e experiência.


Idosos surpreendem e pegam pesado na malhação.


Idosos que não se descuidam do corpo e da beleza.


Idosos que não param de trabalhar nem depois da aposentaria.


Idosos dão dicas para manter o amor e a paixão na terceira idade.


Idosos que venceram as barreiras do tempo e mudaram de vida.


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Aposentados voltam à ativa

Postado por Milena Almeida em 26 de janeiro de 2011.

Foi veiculada no Jornal Nacional da Rede Globo uma reportagem sobre aposentados ativos no mercado de trabalho dos Estados Unidos.

Eles visitaram uma fábrica em que a idade média dos funcionários é de 73 anos e traz depoimentos muito interessantes do diretor que exalta a habilidade de seus colaboradores e dos funcionários que expressam toda sua vitalidade.

Vale a pena conferir, veja a matéria na íntegra:

http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/cada-vez-mais-aposentados-voltam-a-ativa-nos-eua/1416575/#/Edições/20110121/page/2

Funcionária da Fábrica


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Virada Esportiva – Arena Melhor Idade

Postado por Milena Almeida em 18 de novembro de 2010.

Neste fim de semana acontece a Virada Esportiva e você não pode ficar de fora. Na Virada Esportiva 2010 o público da terceira idade está com seu espaço garantido. No dia 20 de novembro, das 9h às 17h, estão programadas atividades como Yoga, Tai Chi Chuan, alongamento, dança de salão, entre outras. Tudo isso dentro da Arena da Melhor Idade, que será montada no Centro de Referência da Cidadania do Idoso (CRECI). O CRECI fica na Rua Formosa, 215. Vale do Anhangabaú.

Essa é mais uma excelente notícia para a saúde e o bem estar da terceira idade da cidade de São Paulo. Em 2009 aconteceu a primeira edição da Arena da Melhor Idade tendo o Age como um dos organizadores. Vamos torcer para que outros municípios sigam o mesmo caminho.

Para mais informações, ligue (11) 3258-7450 ou acesse o site http://www.viradaesportiva2010.com.br/.


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Direitos que vêm com a aposentadoria

Postado por André Lorenzetti em 10 de novembro de 2010.

O Jornal Nacional da Rede Globo veiculou ontem, 09/11, uma reportagem sobre os direitos que surgem com a aposentadoria no Brasil.

Muito interessante alguns entrevistados que relatam como se percebem depois de aposentados – cheios de disposição e vontade de viver intensamente essa nova fase da vida. São o retrato das pessoas que circulam pelo Age.

Confira:

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Pesquisa

Postado por Carolina Santos em 20 de setembro de 2010.

Saiu hoje na Folha.com um estudo sobre o perfil do idoso feito pela Universidade London School of Economics a pedido da seguradora de saúde multinacional Bupa.

Ela nos mostra novos dados complementares sobre a relação do idoso com sua família e como ele se relaciona com a sociedade.

Vale lembrar que na próxima segunda-feira, dia 27 de setembro, teremos uma palestra às 15h com a Naira Dutra Lemos com o tema “O Idoso e a Família”.

Ela é Assistente Social, Coordenadora do Programa de Assistência Domiciliar ao Idoso e do Curso de Especialização em Gerontologia da UNIFESP.

Segue a reportagem:

“Os brasileiros são os que mais esperam ser sustentados pela família na velhice, segundo uma pesquisa feita em 12 países.

A pesquisa da multinacional de seguro de saúde Bupa, conduzida pela universidade London School of Economics, foi feita com mais de 12 mil entrevistados em junho deste ano. No Brasil, 1.005 pessoas foram ouvidas.

Três em cada quatro brasileiros entrevistados disseram acreditar que sua família vai sustentá-los na velhice. Em países como França, Estados Unidos, Grã-Bretanha e Alemanha, menos de 70% das pessoas acreditam que serão sustentadas pelos parentes ao chegarem a velhice.

Os brasileiros também estão entre os que mais acreditam que a responsabilidade de ser sustentado na velhice é dos seus familiares — dois em cada três entrevistados manifestaram esta visão na pesquisa da Bupa. Na Grã-Bretanha, menos de 30% atribuem à família a responsabilidade de sustentá-los na velhice.

PLANEJAMENTO

O estudo também revelou que os brasileiros são os que mais têm expectativas positivas sobre chegar à terceira idade – 17%.

Os brasileiros só perdem para os franceses na “sensação” de juventude. Entre os entrevistados com 65 anos ou mais, 72% disseram que não se sentem velhos, e 67% se declararam saudáveis.

No entanto, apesar da perspectiva positiva sobre a terceira idade, 64% dos brasileiros disseram não estar se preparando financeiramente para a velhice. Menos de 7% das pessoas disseram estar separando dinheiro para quando pararem de trabalhar.

“É realmente animador ver que tantos brasileiros não se sentem velhos e estão até com boas expectativas sobre a velhice, mas as pessoas não podem ser complacentes”, disse o diretor médico da Bupa International, Sneh Khemka.

Os brasileiros também estão entre os que menos atribuem ao Estado o papel principal no sustento das pessoas idosas. Como nos Estados Unidos, Alemanha e Índia, menos de 10% dos brasileiros acreditam que a responsabilidade maior no cuidado de idosos é do Estado.

Na China e Grã-Bretanha, mais de 25% dos entrevistados esperam que o Estado os sustentará na velhice.

A pesquisa revelou que a principal preocupação das pessoas ao chegar à velhice é com doenças como câncer (para 34% dos entrevistados nos 12 países) e demência (23%).”

 

BBC Brasil

Site da Folha em 20/09/10

 

Para mais informações sobre a palestra ligue (11) 3188-3003

 


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Trabalhores com mais de 50 anos ganham espaço no mercado.

Postado por Cristiane Felipe em 23 de julho de 2010.

Para o economista Nelson Barrizzelli, contratar pessoas mais velhas deixou de ser só marketing social e se tornou um bom negócio.
Confira a Materia exibida no Jornal Nacional, tv Globo “>

Um abraço, Cristiane Felipe


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Estatuto do Idoso completa seis anos e parte da população ainda desconhece direitos

Postado por Simone Pataro em 2 de outubro de 2009.

Quero dividir com vocês essa matéria que saiu ontem na uol, redigida pelo jornalista Alex Rodrigues, da agência Brasil em Brasilia.

Estatuto do Idoso completa seis anos e parte da população ainda desconhece direitos

O Estatuto do Idoso completa hoje (1º) – Dia Internacional do Idoso – seis anos de promulgação. Apesar do tempo em vigor, parte da população ainda desconhece todos os direitos garantidos no documento, criado com o objetivo de assegurar saúde, lazer e bem-estar aos cidadãos com mais de 60 anos, idade estabelecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para definir um idoso.

Se você que tem mais de 60 anos não conhece seus direitos, adquira um exemplar do estatuto nas coordenadorias do idoso mais próximo de sua residência ou quem estiver próximo ao Age, adiquira aqui o seu.

Poucos parecem saber, por exemplo, que a lei proíbe os administradores de planos de saúde de discriminarem o idoso, cobrando dele valores mais altos devido à sua idade. Ou que o Poder Público é obrigado a criar oportunidades de acesso do idoso a cursos especiais que lhe permitam se integrar à vida moderna.

Ao responder à Agência Brasil sobre as conquistas e as dificuldades enfrentadas por quem chegou à terceira idade, pessoas de diferentes idades se limitaram a citar o direito ao atendimento preferencial e a gratuidade do transporte público como importantes avanços.

“Uma das conquistas é o passe livre”, disse a agente aeroportuária Flávia Cristina Facundo, 33. O motoboy Gabriel Borges, 26, além de citar as “várias vantagens de locomoção”, lembrou que os idosos “passam à frente nas filas” para justificar sua impressão de que, “ao contrário do que muita gente diz, hoje há maior respeito com as pessoas mais velhas”.

O aposentado Willian de Souza, 69, discorda. Embora reconheça que em certos aspectos houve melhoras, ele reclama que ainda há muito o que fazer pela saúde e pela qualidade do transporte, dois setores contemplados no estatuto. “É preciso que haja uma condição de transporte condizente com a terceira idade”, afirmou Souza, fazendo coro com os entrevistados que reclamaram da falta de atenção de motoristas, da altura dos degraus dos ônibus e da falta de pontos de ônibus.

“Eles [os motoristas] fingem que não veem e passam direto. Eles não têm amor à pessoa de idade. Pensam que nunca vão ficar velhos, mas um dia eles vão envelhecer”, queixa-se Iracema Farias, 72.

Na última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que a população brasileira está ficando mais velha. De acordo com o IBGE, enquanto em 2007 os brasileiros acima de 60 anos eram 10,5% da população, em 2008 esse percentual subiu para 11,1%.

“Acho que é preciso garantir maior acesso dos idosos à saúde porque os índices de longevidade estão cada vez melhores”, sugere o jornalista Luís Flávio Luz, 35.


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Entrevista com Dr. Renato Veras

Postado por Cristiane Felipe em 19 de junho de 2009.

Em entrevista à Andipi, Renato Veras, médico, professor e diretor da Universidade Aberta da Terceira Idade (UnATI) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ressalta que o envelhecimento é um desafio do mundo contemporâneo, especialmente nos países subdesenvolvidos e naqueles em desenvolvimento, como o Brasil. Ele alerta que o aumento geométrico do número de idosos na população mundial demanda novas medidas em diversas áreas como previdência, saúde, transportes, organização do espaço urbano, suporte às famílias e impõe ao Estado a inserção do tema em suas agendas política, econômica e social.renato

Para ler na integra acesso o link: http://www.andipi.com.br/noticia.php?topicid=58
Abraço a todos e bom final de semana!


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