Blog Vida Ativa na Maturidade

 

 

Viagem dos Sonhos

Postado por Carolina Santos em 30 de setembro de 2010.

Ontem aconteceu o evento da Tam Viagens aqui no Age.

Os participantes puderam deliciar-se com os pacotes oferecidos e interagiram o tempo todo durante o evento.

A atendente Janaína estará no Age 3 vezes por semana tirando suas dúvidas e o melhor, fechando pacotes!

Para saber mais sobre as viagens oferecidas ligue (11) 3188-3003 e informe-se.


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Novo Curso

Postado por Carolina Santos em .

Temos um novo curso chegando!

O sucesso da palestra de pintura chinesa no papel foi tanto que abrimos um curso especial de 10 aulas para vocês.

Para saber mais confira na página Cursos ou ligue (11) 3188-3003


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Mexa-se!

Postado por Carolina Santos em 24 de setembro de 2010.

O vestido é a peça de roupa que mais transpira feminilidade dentro de um guarda roupa. Não é possível encontrar uma única mulher no mundo que tão tenha usado um pelo menos uma vez (se tiver, me conta quem é essa louca!), já que a muitos e muitos anos atrás essa era a única opção de vestimenta que tínhamos.

Com o passar do tempo, a mulher ganhou mais uma opção, usar combinações de saias longas com camisas, quanta liberdade…

Foi então que surgiu Gabrielle Chanel, mais conhecida como Coco, que chegou para questionar esses padrões tão rígidos e trouxe a variedade que as mulheres tanto esperavam.

Calças, camisas, ternos e blazers entraram no dress code feminino para nunca mais sair, e com isso mulheres do mundo todo tiveram a opção de escolher o estilo que as faziam felizes, que as completavam. E claro, Coco ganhou o posto de virar um dos maiores ícones da moda do século XX formando uma marca atemporal.

Chegamos aos dias de hoje com um mundo de variedade em nossa frente, podemos tudo (ou quase), e então nos vemos em um mar de dúvidas, tamanha as opções.

O xadrez ficou chic, o brilho virou peça do dia a dia, mulheres saem de smoking e ficam lindas e femininas. Mas, por que guando chega certa idade, nos reprimimos, esquecemos do quão livre éramos e acabamos presas a estereótipos, na preguiça de inovar.

A beleza continua assim como a vaidade, a feminilidade… não esqueçam que vocês continuam mulheres, nós seremos sempre mulheres lindas, libertas e donas do próprio estilo.

É possível unir o conforto com estilo, as roupas estão nas lojas, é só procurar, experimentar…arrisque!

Não estou falando que esse trabalho é fácil, muito pelo contrário, vai exigir atenção e disposição, mas o que são alguns minutos a mais de esforço quando a recompensa é tão valiosa.

Entre nesse blog, entre em outros, veja na TV, revistas, filmes… temos tantos meios de comunicação disseminados pela sociedade hoje em dia é impossível você não ter pelo menos uma fonte de inspiração.

Pesquise, procure, seja curiosa… quem vai atrás aprende mais do que quem fica parado. Saia na frente nessa busca da beleza, não desista; as possibilidades estão a um passo de você, é só querer!

(Mas um desabafo meu, quero desesperadamente que as mulheres se libertem para serem sempre bonitas em todas as idades!)


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Comentário

Postado por Renato Veras em 21 de setembro de 2010.

Sobre a reportagem da Folha colocada no Blog esta manhã, penso que esta sensação que o papel do cuidado do idoso é da família, também é verbalizada pelos parentes e pelas pessoas próximas aos idosos.

Na pesquisa realizada pela Prof.ª Úrsula Kartch em São Paulo com idosos que deram entrada em hospitais com AVC, na primeira entrevista com o serviço social todos os membros da família fizeram juras de apoio e amor a este seu parente querido e relataram projetos de ajuda a este parente e/ou amigo, agora enfermo.

No entanto, três meses após o quadro da doença, essa situação não era semelhante. Com o passar do tempo este discurso do apoio se mostrava inexistente.

O que ocorre é que a sociedade brasileira não sabe o que é envelhecer, pois sempre fomos um país de jovens e o que fazemos é repetir o discurso que amamos os nossos familiares. Mas, quando chega a hora da verdade, aparecem várias outras dificuldades como, dinheiro, tempo, continuidade no cuidado, incapacidade técnica entre outros.

Na minha avaliação esta mesma pesquisa no ano de 2020 terá resultados bem diferentes e infelizmente resultados piores e colocando os brasileiros com índices mais próximos dos europeus.


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Pesquisa

Postado por Carolina Santos em 20 de setembro de 2010.

Saiu hoje na Folha.com um estudo sobre o perfil do idoso feito pela Universidade London School of Economics a pedido da seguradora de saúde multinacional Bupa.

Ela nos mostra novos dados complementares sobre a relação do idoso com sua família e como ele se relaciona com a sociedade.

Vale lembrar que na próxima segunda-feira, dia 27 de setembro, teremos uma palestra às 15h com a Naira Dutra Lemos com o tema “O Idoso e a Família”.

Ela é Assistente Social, Coordenadora do Programa de Assistência Domiciliar ao Idoso e do Curso de Especialização em Gerontologia da UNIFESP.

Segue a reportagem:

“Os brasileiros são os que mais esperam ser sustentados pela família na velhice, segundo uma pesquisa feita em 12 países.

A pesquisa da multinacional de seguro de saúde Bupa, conduzida pela universidade London School of Economics, foi feita com mais de 12 mil entrevistados em junho deste ano. No Brasil, 1.005 pessoas foram ouvidas.

Três em cada quatro brasileiros entrevistados disseram acreditar que sua família vai sustentá-los na velhice. Em países como França, Estados Unidos, Grã-Bretanha e Alemanha, menos de 70% das pessoas acreditam que serão sustentadas pelos parentes ao chegarem a velhice.

Os brasileiros também estão entre os que mais acreditam que a responsabilidade de ser sustentado na velhice é dos seus familiares — dois em cada três entrevistados manifestaram esta visão na pesquisa da Bupa. Na Grã-Bretanha, menos de 30% atribuem à família a responsabilidade de sustentá-los na velhice.

PLANEJAMENTO

O estudo também revelou que os brasileiros são os que mais têm expectativas positivas sobre chegar à terceira idade – 17%.

Os brasileiros só perdem para os franceses na “sensação” de juventude. Entre os entrevistados com 65 anos ou mais, 72% disseram que não se sentem velhos, e 67% se declararam saudáveis.

No entanto, apesar da perspectiva positiva sobre a terceira idade, 64% dos brasileiros disseram não estar se preparando financeiramente para a velhice. Menos de 7% das pessoas disseram estar separando dinheiro para quando pararem de trabalhar.

“É realmente animador ver que tantos brasileiros não se sentem velhos e estão até com boas expectativas sobre a velhice, mas as pessoas não podem ser complacentes”, disse o diretor médico da Bupa International, Sneh Khemka.

Os brasileiros também estão entre os que menos atribuem ao Estado o papel principal no sustento das pessoas idosas. Como nos Estados Unidos, Alemanha e Índia, menos de 10% dos brasileiros acreditam que a responsabilidade maior no cuidado de idosos é do Estado.

Na China e Grã-Bretanha, mais de 25% dos entrevistados esperam que o Estado os sustentará na velhice.

A pesquisa revelou que a principal preocupação das pessoas ao chegar à velhice é com doenças como câncer (para 34% dos entrevistados nos 12 países) e demência (23%).”

 

BBC Brasil

Site da Folha em 20/09/10

 

Para mais informações sobre a palestra ligue (11) 3188-3003

 


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Deu Branco!

Postado por Carolina Santos em 17 de setembro de 2010.

A rouba branca a tempos já não está mais associada aos rituais supersticiosos de ano novo ou ao candomblé e a Bahia. Essa cor é perigosa e cercada de mitos, mas também tem o poder de rejuvenescer e iluminar que o usa.

Muitos dizem que a cor engorda, fica deselegante, transparente e até mesmo tentam impor um limite de idade para usá-la.

Sim, tudo isso pode ser verdade, mas o segredo para reverter essa imagem negativa é investir em peças de boa qualidade, com um tecido mais estruturado. Ou que seja em camadas, mais amplo e leve.

Pode também ser utilizada em diversas situações como para um almoço com as amigas no fim de semana, passear, usar na praia, montanha, em eventos mais formais, ou seja, você vai encontrar na peça branca um coringa para os dias de desespero “não tenho nada no guarda roupa!”.

Hoje vou mostrar como fazer algumas combinações com a calça branca, que vai ser muito usada no nosso verão tupiniquim e vem pra quebrar a sobriedade que o preto impôs no inverno.

(mais…)


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O Céu é o Limite

Postado por Carolina Santos em 15 de setembro de 2010.

Qual é a viagem dos seus sonhos?

Ir a Paris e tomar champanhe na Torre Eiffel?

Aprender a esquiar nos Alpes Suíços?

Desvendar os mistérios das pirâmides do Egito?


O Age e a TAM Viagens se uniram para montar um pacote do seu jeito. Venha tomar um café conosco dia 29 de setembro (quarta-feira) às 10h e conheça as melhores opções para realizá-los!

E quem fizer uma cotação nesse dia, ganha um desconto especial

Lembrando que estamos na Avenida Brigadeiro Luis Antonio, 4348, esquina com a Rua Antonio Bento.

Essa é sua chance de desbravar os sete cantos e surpreender-se com as maravilhas do mundo.

Relaxar em uma ilha paradisíaca?

Divertir-se com os netos na Disney?

Experimentas as iguarias gastronômicas na China?



Essa é sua chance!

Para mais informações ligue (11) 3188-3003




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Sem Lenço e Sem Documento

Postado por Carolina Santos em 10 de setembro de 2010.

A história dos lenços como adereço de moda se iniciou lá atrás, em 1808 com Carlota Joaquina desembarcando no Brasil. Ela fez uso do adereço na cabeça para cobrir os cabelos raspados devido a peste de piolhos que assolou a embarcação que chegava ao Brasil.

Assim que viram a princesa com esse novo look, todas as mulheres passaram a copiá-la, virando item essencial para todas as mulheres no Brasil (ou pelo menos para todas no Rio de Janeiro)

Cena do file "Carlota Joaquina, Princesa do Brasil"

Para os homens, em Portugal nos séculos XVII e XVIII, As mulheres bordavam os lenços e davam aos seus namorados e se eles o usassem em público era concretizada a relação.

“Lenço de Pedidos”

Por muito tempo o lenço caiu no esquecimento como um adereço moderno e sua imagem ficou presa ao estereótipo da dona-de-casa “desarrumada”.

Hoje eles voltaram com tudo como item indispensável e com várias maneiras de usar, para homens e mulheres.

Boa forma de alongar e emagrecer o corpo

Voltando o charme dos lenços na lapela, mas mais descontraídos e informais.

Para esquentar no frio

Charmoso amarrado na cabeça

Como um turbante

Um detalhe colorido

No pescoço fica muito elegante, porém descontraído.

Com estampa moderna

Com muita alegria e descontração!

Se procurarem nas notícias de moda anteriores no nosso blog, vão ver que várias fotos colocadas tem pessoas usando mais combinações de lenços!

Cabeça Quente

Um Toque de Laranja

Dicas de Beleza Toda Sexta-feira

Os mais famosos e eternos são os da marca da Hermès.

Aposto que se você vasculhar seu armário vai encontrar pelo menos um, então aproveite a dica e volte a usá-lo de várias maneiras diferentes.

Eles também podem ser encontrados em qualquer loja de roupas e acessórios nos mais variados tamanhos, preços e estampas. Aproveite!

Fotos: Advanced StyleThe Sartorialist e Sanduiche de Algodão


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Cabeça Quente

Postado por Carolina Santos em 3 de setembro de 2010.

Hoje é sexta-feira e véspera de feriado, não poderia ser melhor, não é?

E para aproveitar esse “solzinho” que está fazendo, na praia, cidade ou interior um item é fundamental, o chapéu!

Não há item que melhor te protege do sol e ainda te deixe tão linda (ou lindo) quanto esse! Pode ser de qualquer formato, dos mais molinhos e desestruturados quanto aos mais firmes e grandes, não importa, se você usar um chapéu vai ficar 10 vezes mais bonito ou elegante do que sem. Principalmente nesse calor onde a gente mal tem vontade de nos arrumarmos muito!

Mas lembre-se, esqueça os modelos de feltro, tricô,  lã, pele, couro, etc.!!! Eles só vão te fazer sentir mais calor e não vão combinar em nada com o ambiente descontraído e leve que esse tempo traz.

Vamos nos inspirar com algumas combinações?

Se você ainda não possui um, fique tranquilo! Hoje você pode encontrá-los em qualquer loja de acessórios e bijuteria nos shoppings ou lojas de rua. Se estiver indo para a praia você vai encontrar vários modelos com vendedores de rua, lojinhas de bairro, por um preço bem acessível!

E eles combinam muito com fitas, lenços, flores, broches, brincos grandes, gravatas borboleta, muitos colares, óculos escuros…

E vale lembrar que o chapéu é eterno e nunca sai de moda, então vale o investimento!

Corra para garantir o seu!

Fotos: Advanced Style


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A FIESP de Olho no Envelhecimento Saudável

Postado por Carolina Santos em .

Repassamos um texto enviado por Fernando Bignardi, coordenador do Centro de Estudos do Envelhecimento e do Núcleo de Transdisciplinaridade aplicada à Saúde Corporativa da Unifesp.

Ao fim do texto você encontrar o link do site da FIESP onde o texto foi originalmente extraido.

“É possível envelhecer bem e de maneira saudável

Modelo mecânico de avaliação do paciente não permite diagnóstico eficiente. A receita é o
sistema quântico, segundo médicos da Unifesp

É preciso estabelecer novo paradigma quando o assunto é saúde e envelhecimento bem-sucedido. Ao
invés de se lidar com a doença crônica, a prescrição é o controle crônico.

A receita foi dada nesta terça-feira (24) pelo médico Luis Roberto Ramos, chefe do Departamento de
Medicina Preventiva, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “A qualidade de vida não é etérea,
hoje ela é quantificável”, brincou.

O processo de envelhecimento saudável e a manutenção da capacidade funcional foram temas
debatidos na 4ª Mostra de Responsabilidade Socioambiental Fiesp/Ciesp, na mesa-redonda
Envelhecimento e capacidade funcional – Desafio para as empresas e o País.

Para Ramos, a enfermidade é só a ponta do iceberg. O problema a ser sanado é a manutenção da
capacidade funcional e como o indivíduo enfrenta a moléstia. Aliás, ele alerta que “o céu é o limite, e
praticamente todo mundo precisa gerenciar uma ou outra doença crônica na vida”.

Por meio do financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp),
serão incentivados projetos que promovam o exercício físico – com o bairro amigo dos idosos –,
visando tornar ativos os que se encontram sedentários e, de quebra, promover a inclusão social.

Ramos deu, inclusive, uma dica preciosa: computador não é só para os jovens. É uma ótima ferramenta
para o treinamento cognitivo e, além do mais, promove a inclusão digital, na opinião dele.

Pesquisa para o bem-estar

Estudo realizado pela Unifesp ao longo de quatro anos junto à comunidade de pessoas idosas, na Vila
Clementino (zona Sul de São Paulo), confirmou o que senso comum diz: é fato que os homens morrem
mais do que as mulheres.

E revelou novos dados. Quem já esteve anteriormente internado é portador de um marcador: tem mais
chance de morrer do que aquele que nunca frequentou corredores hospitalares.

Outra constatação é que os que sofrem perdas de memória morrem duas vezes mais do que os sãos e
os indivíduos com problemas de funcionalidade morrem três vezes mais do que aqueles que
conseguiram preservar sua autonomia. Diante dessa radiografia, o melhor é manter-se mais do que
ativo.

Para Ramos, o geriatra não consegue vislumbrar sozinho todo esse cenário do paciente e necessita do
apoio de especialidades diversas: enfermaria, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia,
assistência social, psicologia, nutrição, odontologia e educação física.

Estilo de vida

Fernando Bignardi, coordenador do Centro de Estudos do Envelhecimento e do Núcleo de
Transdisciplinaridade aplicada à Saúde Corporativa da Unifesp, complementou esse exame
acrescentando que a maneira como se vê a vida – um copo vazio ou cheio – tem impactos no bem-estar
do indivíduo.

O médico citou estudo publicado pela renomada revista Nature, em 2001, constatando que o diabetes
tipo II é motivado mais pelo estilo de vida (53%) do que pela genética (17%). Já o estudo Aging Well
(2002) detectou outro termômetro: o papel do perdão na longevidade. “A doença é também um fenômeno ecológico”, diagnosticou.

Bignardi apresentou, ainda, case de “gerenciamento de crise” entre quinze executivos de uma grande rede de São Paulo. A mudança veio acompanhada da perda do centro de equilíbrio, encurvando a postura física, fato que gerou reflexos no sistema respiratório, no sono e no excessivo consumo de carne vermelha, devido à cobrança de agressividade em um ambiente fortemente competitivo, levando a alterações metabólicas. Esses fatores associados criam um indicador de “insustentabilidade pessoal”, explicou o médico, ao tratar do tema saúde corporativa.

A profilaxia foi a mudança de hábitos alimentares, a higiene do sono, o uso da homeopatia e técnicas de relaxamento que, após oito meses, resultaram em boa resposta sistêmica. “O modelo médico mecânico convencional não atende à complexidade do ser humano”, disse ao defender a avaliação quântica do ser humano como um todo. ”

Texto de Solange Sólon Borges, Agência Indusnet Fiesp

Site da Fiesp em 24/08/2010


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