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Vida Ativa na Maturidade

Posts classificados como ‘diabetes’

Semana da Saúde – nomes dos profissionais

Sobre a Semana da Saúde 2009 (veja o post anterior), divulgamos os nomes dos profissionais que farão as mesas redondas. Serão sempre em duplas com pessoas de diferentes formações para que as informações se somem e possamos ter uma visão mais completa de como prevenir e conviver com algumas dificuldades que podem advir do processo de envelhecimento.

O evento é gratuito e teremos sempre testes rápidos (você sai com o resultado na hora) e ainda o sorteio de uma Avaliação Gerontológica Ampla por dia. Mas é importante reservar seu lugar antecipadamente: 11 3188-3003 ou atendimento@agemais.com.br

  

Dia 8/12 (terça-feira)

10h – Diabetes

Dr. Rodrigo Bassi, geriatra formado pela Unifesp e presidente da Associação Médica Espirita (AME-SP)

Terezinha Lunardelli, nutricionista com especialização em gerontologia pela Unifesp

14h – Osteoporose

Dr. Rodrigo Bassi, geriatra formado pela Unifesp e presidente da Associação Médica Espírita (AME-SP)

Jéssica Ribeiro dos Santos, fisioterapeuta com especialização em gerontologia, professora de Biopilates e Alongamento

  

Dia 9/12 (quarta-feira)

10h – Hipertensão

Dr. Rodrigo Bassi, geriatra formado pela Unifesp e presidente da Associação Médica Espírita (AME-SP)

Educador Físico – a confirmar

14h – Memória e Raciocínio

Dra. Giulianna Forte, geriatra formada pela Unesp

Rafaela Larsen Ribeiro, bióloga, doutora em Psicobiologia pela Unifesp, pesquisadora na área de Processos Psicológicos com ênfase em Memória Emocional

 

Dia 10/12 (quinta-feira)

10h – Atividade Física na Terceira Idade

Dr. Eduardo Rocha, médico fisiatra, membro do Departamento de Medicina Física e Reabilitação da Associação Paulista de Medicina

Timóteo Araújo, educador físico, doutor em reabilitação pela Unifesp, professor da UniFMU e assessor científico da Secretaria da Saúde

14h - Alimentação – Saúde e Prazer

Dr. Rodrigo Bassi, geriatra formado pela Unifesp e presidente da Associação Médica Espírita (AME-SP)

Terezinha Lunardelli, nutricionista com especialização em gerontologia pela Unifesp

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Semana da Saúde 2009

Profissionais dividem seus conhecimentos com público da terceira idade para prevenção e promoção de saúde

O Age Vida Ativa, serviço de saúde e bem estar para a terceira idade, realiza nos dias 8, 9 e 10 de dezembro a Semana da Saúde 2009. Formado por um ciclo de mesas-redondas e testes de saúde com resultados na hora, a programação é gratuita e voltada principalmente às pessoas acima dos 60 anos.

Cada dia contará com dois temas específicos, nos quais duplas de profissionais da área da saúde apresentarão informações sobre prevenção e formas de se manter a qualidade de vida, mesmo com a presença de alguma doença crônica. Os apresentadores ficarão à disposição da platéia para perguntas e debate.

Em todos os dias será sorteada uma Avaliação Gerontológica Ampla para os presentes. Essa avaliação consiste em uma série de consultas e testes com médico, fisioterapeuta, enfermeira e gerontólogo, para identificação dos principais riscos nos campos físico, mental, emocional e social do idoso, com sugestões de intervenções para garantir mais longevidade e qualidade de vida.

Como as vagas são limitadas, solicita-se a inscrição prévia pelo telefone 11 3188-3003 ou diretamente no local.

 Local: Age – Vida Ativa (11 3188-3003)

                Av. Brigadeiro Luis Antonio, 4.348 – Jd Paulista – São Paulo (clique para saber como chegar)

               Em frente ao Parque Ibirapuera – manobrista no local

Agenda

Dia 8/12 (terça) 10h Diabetes
14h Osteoporose
Dia 9/12 (quarta) 10h Hipertensão
14h Memória e raciocínio
Dia 10/12 (quinta) 10h Atividade física
14h Alimentação – saúde e prazer
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75% dos diabéticos não têm a doença sob controle

Sumário:
1. Conclusão é de estudo epidemiológico brasileiro sobre a situação desses pacientes.
2. Entre eles, quase metade apresenta complicações da doença não-controlada; 16% já têm algum grau de alteração da função renal.

Levantamento epidemiológico inédito, realizado pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) da Bahia, aponta que três em cada quatro diabéticos do país não controlam a doença adequadamente e estão com os índices de glicemia alterados.

A pesquisa realizou exames de sangue em 6.671 diabéticos, na faixa etária de 18 a 98 anos, de 22 centros clínicos espalhados por dez cidades. Trata-se do primeiro estudo epidemiológico brasileiro a analisar a situação dos diabéticos no país.

Avaliando os tipos de diabetes separadamente, o levantamento apontou que apenas 10% dos 679 portadores do tipo 1 da doença controlam-na de maneira adequada. E somente 27% dos 5.692 pacientes com o tipo 2 da doença mantêm os índices glicêmicos normais.

De acordo com o endocrinologista Antônio Roberto Chacra, diretor do Centro de Diabetes da Unifesp e coordenador do estudo, todos os participantes fizeram exame de sangue de hemoglobina glicada para medir as taxas de glicemia.

Com esse exame, é possível avaliar a variação glicêmica do paciente nos últimos três meses e não apenas no dia (como nos exames de sangue comuns). Os exames, pagos pela Pfizer, foram realizados em um único laboratório.

Complicações
A pesquisa também avaliou se os participantes tinham algum sinal das principais complicações do diabetes não-controlado. Do total, 45% têm sinais de retinopatia diabética (problema de visão que pode levar à cegueira), 44% apresentam neuropatia (alteração nos nervos e perda da sensibilidade) e 16% já têm algum grau de alteração da função renal. Todas essas complicações são consideradas crônicas.

A literatura médica aponta que 56% dos norte-americanos também estão com a doença fora de controle, assim como 46% dos holandeses e 40% dos alemães. O pior índice é o da Tunísia, com 83% dos doentes com níveis alterados.

“Os resultados são assustadores. A gente imaginava que a doença não era controlada adequadamente pelo que observamos na prática clínica, mas não tínhamos ideia de que o índice era tão ruim. O estudo prova que a situação no Brasil está complicada”, afirma Chacra.

Na opinião de médico, apesar de o SUS disponibilizar a medicação, a falta de controle da doença ocorre por vários fatores, que incluem pouco treinamento dos médicos e dos profissionais de saúde, baixa adesão dos pacientes ao tratamento, influência da alimentação e vida sedentária. “Não é um único fator que contribui para o paciente não tratar a doença adequadamente”, diz.

Alimentação
Para o endocrinologista Roberto Betti, médico-assistente do Núcleo de Diabetes do InCor (Instituto do Coração) de São Paulo, um motivo importante para explicar por que o diabetes não é controlado corretamente é o fato de o tratamento envolver mudanças radicais e imediatas na alimentação do paciente.

“Toda vez que o assunto envolve alimentação fica mais complicado. É muito difícil fazer as pessoas mudarem seus hábitos de vida e isso acaba se tornando uma barreira. Além disso, o paciente também tem dificuldade em aderir ao tratamento medicamentoso”, afirma o médico do InCor.

Marília Brito Gomes, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, elogiou a metodologia do estudo – que analisou o histórico glicêmico dos pacientes no mesmo laboratório. “Esse fator é muito importante, pois deixa o procedimento padronizado e evita possíveis distorções”, diz Gomes.
Ela diz que os resultados são preocupantes e ressalta os riscos de manter o diabetes fora de controle. “Se o paciente não controlar a doença, ele pode desenvolver neuropatia, nefropatia e retinopatia diabéticas. Além disso, ele tem risco aumentado para doenças cardiovasculares. Além da glicemia, é preciso controlar todos os fatores de risco”, afirma.

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Exercício reduz a mortalidade e amplia a qualidade de vida na maturidade

Os benefícios do aumento da atividade física são semelhantes ao benefício de parar de fumar. As pessoas que fazem exercício no período chamado da terceira idade podem reduzir o risco de mortalidade, em consonância com os as pessoas que sempre se exercitaram ao longo da vida. Este estudo foi publicado online em 5 de março no BMJ, sendo realizado pela pesquisadora Liisa Byberg, da Universidade de Uppsala, na Suécia, e colegas. Foram estudados 2205 homens que estavam com idade acima de 50 anos a partir de 1970.

Outro interessante estudo sobre o mesmo tema demonstrou que o maratonista tem menos hipertensão e diabetes.

Maratonistas têm menor prevalência de hipercolesterolemia, diabetes e hipertensão arterial em comparamedicine-science-sports-exerciseção aos não-maratonistas, de acordo com um relatório publicado em março de emissão Medicine & Science in Sports & Exercise.

Portanto, mesmo não sendo um profissional da corrida, correr e fazer exercício faz bem à saúde e deve ser estimulado.

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