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Vida Ativa na Maturidade

Posts da categoria ‘Prevenção de Doenças e Promoção de Saúde’

Memória x Alzheimer

Novas descobertas revolucionam o jeito de entender o Alzheimer

Os nossos hábitos podem pesar tanto quanto os genes na equação que dá origem à esta doença.

Há algum tempo a culpa do Alzheimer era quase que exclusivamente sobre a herança genética. Mas agora está provado: o estilo de vida é tão importante quanto o DNA na hora do aparecimento deste Mal.

Assim revela um estudo da Universidade Colúmbia, EUA, no qual avaliaram 1880 idosos durante 14 anos e puderem comprovar que a dieta e a atividade física modificam o risco da demência. Estes idosos se exercitaram e conservaram um menu rico em peixes, azeite e vegetais, com isso, apresentaram uma probabilidade 60% menor de sofrer o colapso neural. Esses hábitos podem reduzir inflamações e a formação de radicais livres (substâncias prejudicais às células), além de melhorar a ação da insulina e interferir no papel dos genes no cérebro.

Pesquisadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra, notaram após rastrear 300 portadores da doença, um elo entre o Alzheimer e a exposição do corpo a inflamações recorrentes. Acreditam que agentes inflamatórios produzem inflamações aos neurônios amplificando a falência do cerebro. Problemas marcados por processos inflamatórios crônicos, caso da obesidade, diabetes, artrite e doença cardiovascular podem contribuir com o Alzheimer.

VIDA LONGA À MEMÓRIA:

Confira as evidências cientificas sobre alguns hábitos que zelam por um cérebro afiado durante anos e anos.

DIETA

O cardápio que salvaguarda nossos neurônios são: peixes, ovos, frutas e hortaliças, além de moderação nas carnes vermelhas. Pescados como salmão são recheados de Omega- 3, gordura esta que estimula o surgimento de neurônios e preserva os já presentes. Já o ovo é fonte de colina, substância que serve de ingrediente para formação da memória. Os vegetais, por sua vez, oferecem antioxidantes, combatendo os radicais livres.

EXERCÍCIOS FÍSICOS

Mexer o corpo é tão imprescindível para o cérebro quanto malhar a mente. Há indícios que a atividade física estimule a formação de neurônios no hipocampo (região do cérebro que armazena a memória recente). Exercícios aeróbios como caminhar, correr, nadar ou andar de bicicleta melhoram a elasticidade das artérias que estas então conseguem levar ao cérebro maiores quantidades de oxigênio e nutrientes. Esse fluxo sanguineo passa a rasteira na perda da memória.

MENTE ATIVA

Quanto mais se usa a cabeça, mais fortes se tornam os laços entre os neurônios. Exercitar o cérebro é um antídoto contra os males que corrompem a memória e o raciocínio. Para isto, invista em algo que trabalhe a atenção e também lhe dê prazer: leia, faça palavras cruzadas, jogue baralho ou xadrez, navegue na internet por exemplo. Essas atividades favorecem a formação de novas conexões entre os neurônios e reforçam a memória.

SONO

Noites bem- dormidas não são apenas cruciais para processarmos os eventos do dia e consolidarmos as memórias. Elas também previnem o declínio cognitivo, o ato de pensar, raciocinar. Estudos realizados na Universidade de Washington, EUA, sugerem que quem foge da cama na juventude e na vida adulta corre um risco maior de padecer de Alzheimer lá na frente.

SAÚDE BUCAL

Ao escovar os dentes você está prestando um serviço à sua memória. É o que constata um estudo da Universidade de West Virginia, EUA, onde os voluntários que ostentavam um sorriso bonito eram os mesmos que guardavam melhor as lembranças. Isso pode ser explicado pelas inflamações típicas das doenças que afetam dentes e gengiva. Ao que tudo indica, elas repercutem nas funções cognitivas.

Apesar de tais descobertas, pesquisadores ainda não descobriram a cura da doença, mas se pudermos nos ajudar na prevenção e tratamento da mesma com simples atitudes, por que não fazermos?

Ora, idade só virou sinônimo de sabedoria devido à nobre capacidade de reter e acumular conhecimento. Vamos acabar com este mal!!!

Fonte: SPONCHIATO, Diogo. A memória em jogo. Revista SAÚDE, São Paulo, SP, n. 320, p. 36- 42.

Um abraço a todos

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Envelhecimento com Atividade Física é Igual a Cérebros Mais Afiados

O periódico Archives of Neurology acaba de publicar duas pesquisas que nos mostram que muito do poder de prevenir o desenvolvimento de transtorno cognitivo leve e de melhorá-lo quando ele já existe está em nossas mãos.  Em um dos estudos, pesquisadores da Mayo Clinic – EUA estudaram 1324 idosos com idades entre 76 e 86 anos e demonstraram que aqueles que realizaram atividade física moderada já na meia idade ou na velhice tiveram menos risco de desenvolver transtorno cognitivo leve. Caminhadas, natação, outras atividades aeróbicas, musculação, ioga, foram consideradas atividades moderadas.

No segundo estudo, pesquisadores da Universidade de Washington ofereceram um programa de atividade física para 33 idosos com o diagnóstico de transtorno cognitivo leve com média de idade de 70 anos. Uma parte dos idosos recebeu um treinamento aeróbico intenso, de 45-60 minutos por dia, enquanto outra parte realizava apenas alongamento supervisionado, sem elevação da freqüência cardíaca. Após seis meses de treinamento, aqueles que foram submetidos à atividade física intensa apresentaram melhora das funções cognitivas quando comparados ao grupo que ficou restrito ao alongamento. E os efeitos positivos foram ainda mais significativos entre as mulheres, o que pode ser explicado por diferentes efeitos no metabolismo das mulheres, como foi demonstrado na produção e utilização de insulina, glicose e hormônio cortisol.

Já conhecemos uma série de efeitos positivos da atividade física sobre o funcionamento do cérebro, mas vale lembrar também da questão comportamental, já que bons hábitos costumam atrair outros. Indivíduos envolvidos em programas regulares de atividade física têm mais chance de se alimentar melhor, de ficar longe dos excessos e hábitos prejudiciais à saúde e de seguir as orientações médicas.

Alguns exemplos de atividades físicas moderadas e intensas específicas para pessoas a partir dos 50 anos são: alongamento, biopilates, condicionamento físico, ginástica postural e do movimento e Lian Gong.

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Semana da Saúde – nomes dos profissionais

Sobre a Semana da Saúde 2009 (veja o post anterior), divulgamos os nomes dos profissionais que farão as mesas redondas. Serão sempre em duplas com pessoas de diferentes formações para que as informações se somem e possamos ter uma visão mais completa de como prevenir e conviver com algumas dificuldades que podem advir do processo de envelhecimento.

O evento é gratuito e teremos sempre testes rápidos (você sai com o resultado na hora) e ainda o sorteio de uma Avaliação Gerontológica Ampla por dia. Mas é importante reservar seu lugar antecipadamente: 11 3188-3003 ou atendimento@agemais.com.br

  

Dia 8/12 (terça-feira)

10h – Diabetes

Dr. Rodrigo Bassi, geriatra formado pela Unifesp e presidente da Associação Médica Espirita (AME-SP)

Terezinha Lunardelli, nutricionista com especialização em gerontologia pela Unifesp

14h – Osteoporose

Dr. Rodrigo Bassi, geriatra formado pela Unifesp e presidente da Associação Médica Espírita (AME-SP)

Jéssica Ribeiro dos Santos, fisioterapeuta com especialização em gerontologia, professora de Biopilates e Alongamento

  

Dia 9/12 (quarta-feira)

10h – Hipertensão

Dr. Rodrigo Bassi, geriatra formado pela Unifesp e presidente da Associação Médica Espírita (AME-SP)

Educador Físico – a confirmar

14h – Memória e Raciocínio

Dra. Giulianna Forte, geriatra formada pela Unesp

Rafaela Larsen Ribeiro, bióloga, doutora em Psicobiologia pela Unifesp, pesquisadora na área de Processos Psicológicos com ênfase em Memória Emocional

 

Dia 10/12 (quinta-feira)

10h – Atividade Física na Terceira Idade

Dr. Eduardo Rocha, médico fisiatra, membro do Departamento de Medicina Física e Reabilitação da Associação Paulista de Medicina

Timóteo Araújo, educador físico, doutor em reabilitação pela Unifesp, professor da UniFMU e assessor científico da Secretaria da Saúde

14h - Alimentação – Saúde e Prazer

Dr. Rodrigo Bassi, geriatra formado pela Unifesp e presidente da Associação Médica Espírita (AME-SP)

Terezinha Lunardelli, nutricionista com especialização em gerontologia pela Unifesp

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Qualidade de Vida na Terceira Idade

Texto original: http://coracaosaudavel.terra.com.br/noticias_integra.php?id=246

83% dos brasileiros chegam à 3ª idade com saúde

Chegar com saúde à terceira idade é a realidade de 83% dos brasileiros. Isso não significa estar isento de hipertensão, excesso de peso ou redução da capacidade respiratória. Alterações no organismo, sem dúvida, ocorrem com o passar dos anos, mas é possível agir para evitar que essas mudanças se tornem limitantes ou riscos iminentes à saúde. Muito se investe nas formas de atuação junto a idosos com problemas crônicos graves, mas, o que se pode fazer de positivo com a grande maioria que é saudável? As ações de prevenção são sempre mais eficientes quando agem em fases iniciais das doenças e, melhor ainda, se a prevenção for realizada antes do surgimento da doença. Afinal, um fator de risco nessa fase é a própria idade.

Para se ter sucesso na prevenção é essencial um bom diagnóstico como o feito por meio da Avaliação Gerontológica Ampla (AGA), um serviço de saúde e bem estar exclusivo para a terceira idade. Trata-se de um método no qual o idoso é avaliado por uma série de profissionais – geriatra, psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta – com a finalidade de identificar os riscos atuais e futuros. Mais do que um check-up tradicional, a AGA identifica riscos de doenças que ainda não apresentam nenhum sinal, pois leva em consideração hábitos de vida e a história passada do paciente.

“A AGA é uma maneira de entendermos quais as prioridades a serem trabalhadas em cada paciente. Fazer atividades físicas, ter uma alimentação balanceada, não fumar, cuidar de suas emoções são recomendações úteis para todos; mas cada pessoa tem questões muito próprias, de acordo com suas histórias de vida e hábitos adotados durantes décadas”, afirma o médico Rodrigo Bassi, geriatra do Age Vida Ativa, clínica que utiliza esse sistema. “Esse sistema pode complementar qualquer tratamento em andamento ou ajudar o médico de confiança do paciente a atuar preventivamente”, explica.

O coração e os problemas a ele relacionados são um dos principais pontos de preocupação, em especial em idade mais avançada. Porém cada pessoa possui diferentes prioridades de atuação para atingir o mesmo resultado, pois quando se fala em qualidade de vida e longevidade, o que há de comum é a importância de se agir na causa e não na conseqüência.

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Semana da Saúde 2009

Profissionais dividem seus conhecimentos com público da terceira idade para prevenção e promoção de saúde

O Age Vida Ativa, serviço de saúde e bem estar para a terceira idade, realiza nos dias 8, 9 e 10 de dezembro a Semana da Saúde 2009. Formado por um ciclo de mesas-redondas e testes de saúde com resultados na hora, a programação é gratuita e voltada principalmente às pessoas acima dos 60 anos.

Cada dia contará com dois temas específicos, nos quais duplas de profissionais da área da saúde apresentarão informações sobre prevenção e formas de se manter a qualidade de vida, mesmo com a presença de alguma doença crônica. Os apresentadores ficarão à disposição da platéia para perguntas e debate.

Em todos os dias será sorteada uma Avaliação Gerontológica Ampla para os presentes. Essa avaliação consiste em uma série de consultas e testes com médico, fisioterapeuta, enfermeira e gerontólogo, para identificação dos principais riscos nos campos físico, mental, emocional e social do idoso, com sugestões de intervenções para garantir mais longevidade e qualidade de vida.

Como as vagas são limitadas, solicita-se a inscrição prévia pelo telefone 11 3188-3003 ou diretamente no local.

 Local: Age – Vida Ativa (11 3188-3003)

                Av. Brigadeiro Luis Antonio, 4.348 – Jd Paulista – São Paulo (clique para saber como chegar)

               Em frente ao Parque Ibirapuera – manobrista no local

Agenda

Dia 8/12 (terça) 10h Diabetes
14h Osteoporose
Dia 9/12 (quarta) 10h Hipertensão
14h Memória e raciocínio
Dia 10/12 (quinta) 10h Atividade física
14h Alimentação – saúde e prazer
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Envelhecemos igualmente?

Matéria publicada originalmente no Portal Terra (http://coracaosaudavel.terra.com.br/noticias_integra.php?id=229) com base em informações do geriatra do Age, Dr. Rodrigo Bassi. 

“Com certeza, as pessoas não envelhecem da mesma maneira”, responde taxativamente o médico geriatra Rodrigo Bassi, do Age – Vida Ativa na Maturidade, à pergunta feita no título. Estudos científicos mostram e todas as linhas de tratamentos medicinais reforçam que envelhecer depende de como a pessoa interage com a sua genética, com o meio ambiente e com o estilo de vida que escolhe. Por isso, didaticamente, há tipos de grupos formados a partir de análises individuais.

O primeiro deles é o da fragilidade, que inclui as pessoas acamadas, debilitadas, dependentes. Em seguida, vem o comprometido, no qual se inserem pessoas que têm uma doença crônica que atrapalha o dia a dia e prejudica a qualidade de vida. No grupo acidental estão os indivíduos que não tem nenhum tipo de doença que os comprometam. O mais difícil é fazê-los acreditar que, apesar da genética favorável, manter um estilo de vida inadequado poderá aumentar as chances consideravelmente de problemas graves nos próximos anos.

Há ainda o grupo planejado, aqueles que realizam suas ações e atividades sempre buscando evitar complicações de doenças, levando uma vida saudável. Não é por menos que o nome de bem sucedido é para o grupo exemplar. Nele estão as pessoas com plena autonomia e independência, que vivenciam um envelhecimento orgânico, mas que não chega a interferir na capacidade de realização e na qualidade de vida. Muitos ainda trabalham ou se envolvem em novos projetos e mantêm um significado de vida, provam o pleno funcionamento físico e cognitivo.

É fato que há doenças que podem se manifestar e trazer determinadas limitações, mas o o geriatra reforça que “esse tempo deverá vir acompanhado de qualidade de vida, com autonomia e independência para realizar atividades do cotidiano. Deve-se também dar atenção especial para o controle das doenças crônicas evitando complicações de maior gravidade, manter o acompanhamento médico regular com foco em reabilitação das condições preexistentes”.

Na há dúvida que os nossos organismos também envelhecem de maneiras diferentes e de acordo com a decadência progressiva dos nossos órgãos. Temos exemplos evidentes quando se trata das alterações do sistema cardiovascular como a dilatação da aorta, o aumento da espessura da massa cardíaca, a diminuição do débito cardíaco e a menor resposta cardiovascular ao estresse. Estes são somente alguns desses exemplos, e, junto com outros não citados, representam somente 20% dos fatores que intereferem na nossa longevidade. Os 80% restantes estão em nossas mãos.

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A fé ajuda a melhorar a sua saúde?

O Mais Você de hoje, programa dirigido pela Ana Maria Braga na Rede Globo, trouxe uma matéria sobre a ação da fé e da espiritualidade sobre a saúde.

Apresenta exemplos vividos no Hospital Albert Einstein e experiências em diversas religiões. Todos são casos de superação, de reinícios de vidas, tendo como base a fé dos pacientes, obviamente sem dispensar o tratamento médico.

O Age acredita nesse potencial, tanto que desenvolveu dois cursos (ambos de um semetre de duração cada) que abordam, debatem e apresentam opções a esse respeito. São eles Saúde e Espiritualidade e Saúde Emocional.

E você, o que pensa a respeito? Deixe seu comentário.

Assista a íntegra da reportagem do Mais Você de hoje (10/11/09).

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Riscos ambientais à Saúde – Mitos e Verdades

Recebemos um bombardeio diário de notícias sobre os ricos para a saúde que nos espreitam no dia a dia. Na verdade, porém, muitos desses perigos acabam por se provarem exagerados. De acordo com o autor e epidemiologista Geoffrey Cl Kabat, essa revelação de pequenos riscos ambientais levam a uma ansiedade desnecessária e à confusão por parte do público em geral sobre quais revelações têm efeitos importantes sobre a saúde e quais terão poucos efeitos ou nenhum. Kabat aborda os medos em relação à saúde como “fatos sociais” e mostra diversos fatores que podem contribuir para aumentar um risco. Estes incluem artigos tendenciosos da mídia e, para grande surpresa, ações de pesquisadores que podem enfatizar certas descobertas enquanto ignoram outras, agências reguladoras e de saúde, desejosas de mostrarem sua receptividade em relação às preocupações com a saúde pública, políticos e advogados com interesses em um resultado específico. Por meio de quatro estudos de caso, Kabat demonstra como uma confluência de interesses pode levar o um exagero ou riscos ambientais na saúde - mitos e verdadesdistorção de evidências científicas. Ele examina os riscos para saúde de poluentes, como o DDT, por exemplo, como uma causa de câncer de mama, campos eletromagnéticos de centrais de energia, radônio nas casas e fumo passivo. Traçando a trajetória de cada um desses perigos desde o surgimento até os dias de hoje, Kabat mostra como a publicação de estudos mais rigorosos e avaliações críticas basicamente ajudaram a colocar o risco em perspectiva.

Esses estudos serão publicados no livro recem lançado “Riscos Ambientais à Saúde – Mitos e Verdades”.

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O Brasil com mais de 60 – Bom Dia Brasil

O Dia Brasil da Rede Globo veiculou ao longo desta semana uma série especial: o Brasil com mais de 60.

Material riquíssimo que dividimos com vocês.

 

 

20/10/09

 
19/10/09

18/10/09

17/10/09

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Dança ativa a memória e a concentração em idosos

Vejam matéria muito interessante publicada originalmente no site Minha Vida (http://msn.minhavida.com.br/conteudo/10346-Danca-ativa-a-memoria-e-a-concentracao-em-idosos.htm).

Dança ativa a memória e a concentração em idosos

Atividades exercitam região do cérebro responsável pela memória na Terceira-Idade

Por Minha Vida

Uma pesquisa, realizada pelo setor de Gerontologia da Universidade de Campinas (Unicamp), envolvendo dança e idosos comprova que a atividade, além de exercitar o corpo, faz bem para a memória. Habilidades como força, ritmo, agilidade, equilíbrio e flexibilidade também são desenvolvidas e trazem bem-estar e saúde aos idosos. Com a idade, eles deixam de exercitar a área do cérebro responsável por essas ações para estimular outras regiões como a que controla a ansiedade e a motivação.

Segundo os pesquisadores, quando dançam, os idosos fazem um esforço maior para memorizar a sequência dos passos e mostram concentração acima do normal para não invadirem o espaço do parceiro. Além disso, se lembram de experiências e sensações vividas no passado, quando a música os remete à juventude.

Para os pesquisadores, os resultados da pesquisa demonstram que a saúde dos idosos depende de fatores práticos e não apenas de investimento em saúde. Eles acreditam que medidas simples podem garantir uma velhice saudável e feliz, e também alertam para a importância da saúde emocional nos idosos.

Saiba onde aprender e praticar dança.

Conheça outros exercícios para a memória e a concentração.

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