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Museus têm novos papéis na vida urbana
Texto extraído do Jornal Folha de São Paulo.
O surgimento de inúmeros novos museus sobre os mais variados temas e aspectos da vida humana jogam luz sobre a própria idéia de museu. Os museus vêm, há alguns anos, transformando-se, mudando seu papel na cena da complexa vida das cidades. Em vez de depósitos privilegiados de valores artísticos ou históricos do passado, assumem novos programas, funções e usos diferenciados.
Fluxos cada vez maiores de pessoas se deslocam pelo mundo em busca do que é novo e desconhecido, e os museus são alvos privilegiados nessa busca.Vivemos hoje numa encruzilhada: por um lado, é cada vez menor a possibilidade de se constituirem importantes acervos artísticos, históricos ou documentais pela falta de oferta ou pelo alto valor a se despender para a obtenção de algo significativo -boas peças- na formação de uma coleção com nexo e conteúdo; por outro, a demanda de acesso democrático aos museus aumenta, seja pela implementação de programas escolares de visitação, seja pela necessária abertura de suas portas à entrada de gente que nunca havia botado os pés nesses espaços de ares restritivos e inibidores, espaços para poucos iniciados.
Os museus são hoje parte indissociável das cidades modernas e estão integrados à vida cotidiana. Espaços de reflexão e convivência por excelência, os novos museus se guiam cada vez mais pelo olhar antropológico, ferramenta de grande utilidade nos dias de hoje, em que os conflitos dos encontros são a marca da época, e as cidades, o palco principal.
Assim, ou os museus se transformam para falar a nova língua da “urbis”, para refletir sobre o que se passa na vida do cidadão a partir de seus acervos, ou estarão fadados ao fracasso e ao isolamento. E, hoje, terminam por responder também por importante fatia do turismo sadio, não predador,o chamado turismo cultural.
Está claro que, em tempos de comunicação rápida, o desafio aos criadores e gestores de museus redobra. É preciso encontrar novos meios, novas linguagens para os tempos atuais. E para isso não há regras, cada caso é um caso, cada tema ou assunto demanda soluções próprias de comunicação.
Deveríamos tomar, quem sabe, algumas lições do cinema, que conta velhas histórias sem se esgotar.
Os museus também contam histórias, múltiplas, cruzadas, entrecruzadas. E estão à procura de uma gramática própria em sua conversa com a sociedade -que deve ser cada vez mais abrangente e democrática.
Assim, novos experimentos aparecem e nos instigam a criar e a avançar mais -e não importa se com “high-tech” ou “low-tech”; a questão é como contar boas histórias diferentemente dos livros, dos filmes, das escolas e das igrejas. É provocar estímulos, fazer com que cada pessoa, após uma visita, saia com novas dúvidas, muitas questões e perguntas.
Museu como instrumento de humanização, expansão das fronteiras do conhecimento e da poesia, um alimento do espírito; partindo do lugar -socioambiental ou físico e humano, mas sempre com uma linguagem universal e contemporânea. A comunicação é e continua sendo a chave do sucesso da conversa que se quer travar.Um museu deve ser ponto de honra e orgulho para qualquer comunidade ou cultura que venha a representar. Deve também ser um grande atrativo para os forasteiros, que se deslocam para ver algo original, com força e caráter próprios. Assim, a força motriz de um museu bem idealizado e inteligente movimenta a economia loca lê coloca cidades no mapa cultural.
Hoje, o cidadão que viaja quer uma experiência arquitetônica, antropológica, sensitiva e intelectual diferenciada; uma experiência nova, e não simulacros disfarçados em museus.
Nossos novos museus devem responder às novas demandas da vida, lugares de encontros cada vez mais inusitados e originais. Podem ser instrumentos transformadores da vida nas comunidades, instrumentos eficazes de atração de novos negócios e desenvolvimento econômico e social, dentro de uma lógica que deve partir do lugar e da convivência humana.
MARCELO FERRAZ é arquiteto, sócio do escritório Brasil Arquitetura e integra o conselho do Instituto Brasileiro de Museus.
Viagem à Paris – condição especial
Conseguimos uma condição especial para a desejada viagem à Paris na parceria Age / TAM Viagens.
Desconto de 15% até o dia 12/02, essa sexta.
Relembrando o pacote:
6 noites
Aéreo pela TAM Linhas Aéreas
Hospedagem no Hotel Le Littre, um dos melhores de Paris, com café da manhã
4 jantares inclusos
Tour Paris Retrô (visita aos principais pontos turísticos em um charmoso carro antigo) – incluso
Acompanhamento de professor de francês desde o embarque até o retorno – incluso
Jantar de reencontro em São Paulo, com ares parisiense – incluso
Help center 24h durante a viagem
Oportunidade única
Período da viagem de 20 a 28 de março de 2010
Valor: somente US$ 3,780.00 (à vista ou em parcelas sem juros)
Desconto de 15% até 12/02, sexta-feira.
Opcionais
Cruzeiro pelo Rio Sena com almoço, Paris Champagne Tour, Tour Illuminations e Show Lido, Tour Castelos Vale do Loire, Tour Paris Romântica, Degustação de Vinhos.
Informações: 11 3188-3003 e viagens@agemais.com.br
Memória x Alzheimer
Novas descobertas revolucionam o jeito de entender o Alzheimer
Os nossos hábitos podem pesar tanto quanto os genes na equação que dá origem à esta doença.
Há algum tempo a culpa do Alzheimer era quase que exclusivamente sobre a herança genética. Mas agora está provado: o estilo de vida é tão importante quanto o DNA na hora do aparecimento deste Mal.
Assim revela um estudo da Universidade Colúmbia, EUA, no qual avaliaram 1880 idosos durante 14 anos e puderem comprovar que a dieta e a atividade física modificam o risco da demência. Estes idosos se exercitaram e conservaram um menu rico em peixes, azeite e vegetais, com isso, apresentaram uma probabilidade 60% menor de sofrer o colapso neural. Esses hábitos podem reduzir inflamações e a formação de radicais livres (substâncias prejudicais às células), além de melhorar a ação da insulina e interferir no papel dos genes no cérebro.
Pesquisadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra, notaram após rastrear 300 portadores da doença, um elo entre o Alzheimer e a exposição do corpo a inflamações recorrentes. Acreditam que agentes inflamatórios produzem inflamações aos neurônios amplificando a falência do cerebro. Problemas marcados por processos inflamatórios crônicos, caso da obesidade, diabetes, artrite e doença cardiovascular podem contribuir com o Alzheimer.
VIDA LONGA À MEMÓRIA:
Confira as evidências cientificas sobre alguns hábitos que zelam por um cérebro afiado durante anos e anos.
DIETA
O cardápio que salvaguarda nossos neurônios são: peixes, ovos, frutas e hortaliças, além de moderação nas carnes vermelhas. Pescados como salmão são recheados de Omega- 3, gordura esta que estimula o surgimento de neurônios e preserva os já presentes. Já o ovo é fonte de colina, substância que serve de ingrediente para formação da memória. Os vegetais, por sua vez, oferecem antioxidantes, combatendo os radicais livres.
EXERCÍCIOS FÍSICOS
Mexer o corpo é tão imprescindível para o cérebro quanto malhar a mente. Há indícios que a atividade física estimule a formação de neurônios no hipocampo (região do cérebro que armazena a memória recente). Exercícios aeróbios como caminhar, correr, nadar ou andar de bicicleta melhoram a elasticidade das artérias que estas então conseguem levar ao cérebro maiores quantidades de oxigênio e nutrientes. Esse fluxo sanguineo passa a rasteira na perda da memória.
MENTE ATIVA
Quanto mais se usa a cabeça, mais fortes se tornam os laços entre os neurônios. Exercitar o cérebro é um antídoto contra os males que corrompem a memória e o raciocínio. Para isto, invista em algo que trabalhe a atenção e também lhe dê prazer: leia, faça palavras cruzadas, jogue baralho ou xadrez, navegue na internet por exemplo. Essas atividades favorecem a formação de novas conexões entre os neurônios e reforçam a memória.
SONO
Noites bem- dormidas não são apenas cruciais para processarmos os eventos do dia e consolidarmos as memórias. Elas também previnem o declínio cognitivo, o ato de pensar, raciocinar. Estudos realizados na Universidade de Washington, EUA, sugerem que quem foge da cama na juventude e na vida adulta corre um risco maior de padecer de Alzheimer lá na frente.
SAÚDE BUCAL
Ao escovar os dentes você está prestando um serviço à sua memória. É o que constata um estudo da Universidade de West Virginia, EUA, onde os voluntários que ostentavam um sorriso bonito eram os mesmos que guardavam melhor as lembranças. Isso pode ser explicado pelas inflamações típicas das doenças que afetam dentes e gengiva. Ao que tudo indica, elas repercutem nas funções cognitivas.
Apesar de tais descobertas, pesquisadores ainda não descobriram a cura da doença, mas se pudermos nos ajudar na prevenção e tratamento da mesma com simples atitudes, por que não fazermos?
Ora, idade só virou sinônimo de sabedoria devido à nobre capacidade de reter e acumular conhecimento. Vamos acabar com este mal!!!
Fonte: SPONCHIATO, Diogo. A memória em jogo. Revista SAÚDE, São Paulo, SP, n. 320, p. 36- 42.
Um abraço a todos
Paris Retrô – Próximo destino
O próximo destino especial da parceria Age / TAM Viagens é Paris.
Uma viagem de 6 noites visitando o que há de mais charmoso na capital francesa, com opcionais como um almoço dentro de um cruzeiro no Sena, show no Lido e degustação de vinhos.
Além de tudo o que Paris pode oferecer, nosso grupo (pequeno para o mais personalizado possível) terá o acompanhamento da professora de francês do Age, Adriana Petroni.
Para os que quiserem, essa experiência começa antes, com o curso Revolução Francesa e Seus Legados, e/ou um curso rápido de Francês para Turistas.
Alguns dias após o retorno, teremos o jantar de reencontro no Age, com culinária e música típicas.
A saída é dia 20 de março. Ainda dá tempo de se programar.
Mais informações: 11 3188-3003.
Boa viagem!
Final de ano do Artesanato
Ivone, Annie, Antonio, Renata, Mariza, Inês e Samira,
Trabalhar para, ou com, vocês durante esse ano foi algo muito especial para mim. Vocês formaram com o tempo um grupo unido, com disposição e harmonioso. Sinto confiança mútua entre todos.
Em 2009 pudemos praticar técnicas como pintura provençal em madeira, miçangas e boneca de patchwork, entre outras. No próximo ano, outras técnicas virão e outras risadas juntas daremos. Aguardem!
Desejo a vocês e suas famílias boas festas e que 2010 seja mais do que especial.
Beijos com carinho,
Vanessa, professora de artesanato.
Semana da Saúde – nomes dos profissionais
Sobre a Semana da Saúde 2009 (veja o post anterior), divulgamos os nomes dos profissionais que farão as mesas redondas. Serão sempre em duplas com pessoas de diferentes formações para que as informações se somem e possamos ter uma visão mais completa de como prevenir e conviver com algumas dificuldades que podem advir do processo de envelhecimento.
O evento é gratuito e teremos sempre testes rápidos (você sai com o resultado na hora) e ainda o sorteio de uma Avaliação Gerontológica Ampla por dia. Mas é importante reservar seu lugar antecipadamente: 11 3188-3003 ou atendimento@agemais.com.br
Dia 8/12 (terça-feira)
10h – Diabetes
Dr. Rodrigo Bassi, geriatra formado pela Unifesp e presidente da Associação Médica Espirita (AME-SP)
Terezinha Lunardelli, nutricionista com especialização em gerontologia pela Unifesp
14h – Osteoporose
Dr. Rodrigo Bassi, geriatra formado pela Unifesp e presidente da Associação Médica Espírita (AME-SP)
Jéssica Ribeiro dos Santos, fisioterapeuta com especialização em gerontologia, professora de Biopilates e Alongamento
Dia 9/12 (quarta-feira)
10h – Hipertensão
Dr. Rodrigo Bassi, geriatra formado pela Unifesp e presidente da Associação Médica Espírita (AME-SP)
Educador Físico – a confirmar
14h – Memória e Raciocínio
Dra. Giulianna Forte, geriatra formada pela Unesp
Rafaela Larsen Ribeiro, bióloga, doutora em Psicobiologia pela Unifesp, pesquisadora na área de Processos Psicológicos com ênfase em Memória Emocional
Dia 10/12 (quinta-feira)
10h – Atividade Física na Terceira Idade
Dr. Eduardo Rocha, médico fisiatra, membro do Departamento de Medicina Física e Reabilitação da Associação Paulista de Medicina
Timóteo Araújo, educador físico, doutor em reabilitação pela Unifesp, professor da UniFMU e assessor científico da Secretaria da Saúde
14h - Alimentação – Saúde e Prazer
Dr. Rodrigo Bassi, geriatra formado pela Unifesp e presidente da Associação Médica Espírita (AME-SP)
Terezinha Lunardelli, nutricionista com especialização em gerontologia pela Unifesp
Qualidade de Vida na Terceira Idade
Texto original: http://coracaosaudavel.terra.com.br/noticias_integra.php?id=246
83% dos brasileiros chegam à 3ª idade com saúde
Chegar com saúde à terceira idade é a realidade de 83% dos brasileiros. Isso não significa estar isento de hipertensão, excesso de peso ou redução da capacidade respiratória. Alterações no organismo, sem dúvida, ocorrem com o passar dos anos, mas é possível agir para evitar que essas mudanças se tornem limitantes ou riscos iminentes à saúde. Muito se investe nas formas de atuação junto a idosos com problemas crônicos graves, mas, o que se pode fazer de positivo com a grande maioria que é saudável? As ações de prevenção são sempre mais eficientes quando agem em fases iniciais das doenças e, melhor ainda, se a prevenção for realizada antes do surgimento da doença. Afinal, um fator de risco nessa fase é a própria idade.
Para se ter sucesso na prevenção é essencial um bom diagnóstico como o feito por meio da Avaliação Gerontológica Ampla (AGA), um serviço de saúde e bem estar exclusivo para a terceira idade. Trata-se de um método no qual o idoso é avaliado por uma série de profissionais – geriatra, psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta – com a finalidade de identificar os riscos atuais e futuros. Mais do que um check-up tradicional, a AGA identifica riscos de doenças que ainda não apresentam nenhum sinal, pois leva em consideração hábitos de vida e a história passada do paciente.
“A AGA é uma maneira de entendermos quais as prioridades a serem trabalhadas em cada paciente. Fazer atividades físicas, ter uma alimentação balanceada, não fumar, cuidar de suas emoções são recomendações úteis para todos; mas cada pessoa tem questões muito próprias, de acordo com suas histórias de vida e hábitos adotados durantes décadas”, afirma o médico Rodrigo Bassi, geriatra do Age Vida Ativa, clínica que utiliza esse sistema. “Esse sistema pode complementar qualquer tratamento em andamento ou ajudar o médico de confiança do paciente a atuar preventivamente”, explica.
O coração e os problemas a ele relacionados são um dos principais pontos de preocupação, em especial em idade mais avançada. Porém cada pessoa possui diferentes prioridades de atuação para atingir o mesmo resultado, pois quando se fala em qualidade de vida e longevidade, o que há de comum é a importância de se agir na causa e não na conseqüência.
Envelhecemos igualmente?
Matéria publicada originalmente no Portal Terra (http://coracaosaudavel.terra.com.br/noticias_integra.php?id=229) com base em informações do geriatra do Age, Dr. Rodrigo Bassi.
“Com certeza, as pessoas não envelhecem da mesma maneira”, responde taxativamente o médico geriatra Rodrigo Bassi, do Age – Vida Ativa na Maturidade, à pergunta feita no título. Estudos científicos mostram e todas as linhas de tratamentos medicinais reforçam que envelhecer depende de como a pessoa interage com a sua genética, com o meio ambiente e com o estilo de vida que escolhe. Por isso, didaticamente, há tipos de grupos formados a partir de análises individuais.
O primeiro deles é o da fragilidade, que inclui as pessoas acamadas, debilitadas, dependentes. Em seguida, vem o comprometido, no qual se inserem pessoas que têm uma doença crônica que atrapalha o dia a dia e prejudica a qualidade de vida. No grupo acidental estão os indivíduos que não tem nenhum tipo de doença que os comprometam. O mais difícil é fazê-los acreditar que, apesar da genética favorável, manter um estilo de vida inadequado poderá aumentar as chances consideravelmente de problemas graves nos próximos anos.
Há ainda o grupo planejado, aqueles que realizam suas ações e atividades sempre buscando evitar complicações de doenças, levando uma vida saudável. Não é por menos que o nome de bem sucedido é para o grupo exemplar. Nele estão as pessoas com plena autonomia e independência, que vivenciam um envelhecimento orgânico, mas que não chega a interferir na capacidade de realização e na qualidade de vida. Muitos ainda trabalham ou se envolvem em novos projetos e mantêm um significado de vida, provam o pleno funcionamento físico e cognitivo.
É fato que há doenças que podem se manifestar e trazer determinadas limitações, mas o o geriatra reforça que “esse tempo deverá vir acompanhado de qualidade de vida, com autonomia e independência para realizar atividades do cotidiano. Deve-se também dar atenção especial para o controle das doenças crônicas evitando complicações de maior gravidade, manter o acompanhamento médico regular com foco em reabilitação das condições preexistentes”.
Na há dúvida que os nossos organismos também envelhecem de maneiras diferentes e de acordo com a decadência progressiva dos nossos órgãos. Temos exemplos evidentes quando se trata das alterações do sistema cardiovascular como a dilatação da aorta, o aumento da espessura da massa cardíaca, a diminuição do débito cardíaco e a menor resposta cardiovascular ao estresse. Estes são somente alguns desses exemplos, e, junto com outros não citados, representam somente 20% dos fatores que intereferem na nossa longevidade. Os 80% restantes estão em nossas mãos.
Primeiro DJ Brasileiro
Osvaldo Pereira, ou simplesmente Seu Osvaldo, hoje com 74 anos, foi o primeiro DJ brasileiro.
Isso mesmo. Quem acha que a profissão surgiu com as músicas tecnológicas se engana, pois já no final da década de 50 Seu Osvaldo (na foto ao lado) mixava músicas em bailes. Claro que DJ era uma expressão que ninguém usava naquela época.
O Caderno 2 do jornal O Estado de S.Paulo traz hoje uma matéria com ele que está ativo (usando os bons e velhos LPs). Vale a pena conferir (link abaixo).











