Posts do mês de outubro, 2009
Turismo na Terceira Idade – Bom Dia Brasil
O Bom Dia Brasil, da Rede Globo, traz mais uma vez uma matéria sobre a vida depois dos 60. Dessa vez, trata sobre o turismo na terceira idade.
O brasileiro tem viajado muito mais depois dos 60, aproveitando fatores positivos dessas fase, como o aumento do tempo disponível, filhos crescidos, estabilidade financeira e muita disposição.
Quem estiver nessa fase e cheio de vontade de conhecer novos locais, o Age tem uma parceria com a TAM Viagens para oferecer pacotes exclusivos e um atendimento que só quem entende muito do assunto pode oferecer – http://www.agemais.com.br/viagens.htm
Ainda dá tempo de aproveitar uma época com valores mais baixos para conhecer o famoso Natal Luz em Gramado/RS, por exemplo. Ou ainda, viajar com os netos (só avós e netos) para os parques da Disney em Orlando; relaxar e aproveitar o infalível Sol do nordeste em um resort (com absolutamente tudo incluso); ou, para os eternos apaixonados, visitar a chamosa e culturalmente rica Paris.
Abaixo, a reportagem do Bom Dia Brasil.
Tarde lírica no Age
A apresentação da cantoria lírica Nydia Celeghin no Age foi um momento de descontração e emoção para muitos clientes e convidados.
É a segunda vez que Nydia se apresenta em nosso espaço, trazendo clássicos inesquecíveis com sua voz tocante e firme.
O Brasil com mais de 60 – Bom Dia Brasil
O Dia Brasil da Rede Globo veiculou ao longo desta semana uma série especial: o Brasil com mais de 60.
Material riquíssimo que dividimos com vocês.
20/10/09
19/10/09
18/10/09
17/10/09
Pesquisar na internet faz bem a cérebro idoso
Ontem assiti essa matéria no Jornal Nacional e quero dividir com vocês.
Trata-se de uma pesquisa realizada na cidade de Nova Iorque com pessoas com mais de 55 anos relacionando a utilização da internet com taxas de demência.
Vale a pena conferir!
Abraço a todos e boas navegações na net!
Dança ativa a memória e a concentração em idosos
Vejam matéria muito interessante publicada originalmente no site Minha Vida (http://msn.minhavida.com.br/conteudo/10346-Danca-ativa-a-memoria-e-a-concentracao-em-idosos.htm).
Dança ativa a memória e a concentração em idosos
Atividades exercitam região do cérebro responsável pela memória na Terceira-Idade
Por Minha Vida
Uma pesquisa, realizada pelo setor de Gerontologia da Universidade de Campinas (Unicamp), envolvendo dança e idosos comprova que a atividade, além de exercitar o corpo, faz bem para a memória. Habilidades como força, ritmo, agilidade, equilíbrio e flexibilidade também são desenvolvidas e trazem bem-estar e saúde aos idosos. Com a idade, eles deixam de exercitar a área do cérebro responsável por essas ações para estimular outras regiões como a que controla a ansiedade e a motivação.
Segundo os pesquisadores, quando dançam, os idosos fazem um esforço maior para memorizar a sequência dos passos e mostram concentração acima do normal para não invadirem o espaço do parceiro. Além disso, se lembram de experiências e sensações vividas no passado, quando a música os remete à juventude.
Para os pesquisadores, os resultados da pesquisa demonstram que a saúde dos idosos depende de fatores práticos e não apenas de investimento em saúde. Eles acreditam que medidas simples podem garantir uma velhice saudável e feliz, e também alertam para a importância da saúde emocional nos idosos.
Show de Salsa
Isso é exemplo de envelhecimento ativo! Prova de que é possível chegar muito bem à idade mais avançada.
Assistam principalmente à segunda dança.
Turismo na terceira idade
Já há algum tempo os clientes do Age pedem grupos de viagens, afinal viajar é muito bom, não é mesmo?
Além de atender a esse desejo, resolvemos fazer melhor. Nos associamos à
respeitada TAM VIAGENS e desenvolvemos pacotes de viagens exclusivos para a terceira idade, com opcionais que você só encontra no próprio Age.
Nasceu um conceito inovador. Além da própria viagem, selecionada a dedo e realizada em grupos pequenos, os clientes poderão realizar cursos relacionados à viagem, para chegarem “aquecidos” ao destino. Antes de ir à Paris, que tal estudar a Revolução Francesa e entender o significado dos
locais a serem visitados, ou mesmo fazer um curso rápido de francês para turistas para conhecer a França sem passar aperto? Para quem prefere ir à Salvador, vale a pena saber a história dessa cidade que foi a primeira capital nacional (lembra-se disso?) e contextualizar toda a rica cultura local com seu passado.
Gostou? Ainda tem mais.
Depois de todas as viagens, o Age oferece um jantar exclusivo e temático, com cardápio e música ao vivo (cardápio e músicas da região visitada). É uma grande oportunidade de rever os novos amigos e reviver os momentos inesquecíveis em fotos e filmes.
Por isso dizemos que se viajar na terceira idade já era bom, agora ficou ainda melhor.
Atualize seu passaporte e escolha seu próximo destino.
Informações sobre esses pacotes: 11 3188-3003 ou viagens@agemais.com.br
Matisse é tema na Arte-terapia.
- Visita monitorada
- Grupo observando as obras
- visita monitorada
- Grupo na Pinacoteca
O grupo de arteterapia começa esta semana a releitura de Matisse, com suas cores primárias.
Antes de iniciar este trabalho, os alunos na semana passada foram visitar a exposição de Matisse, que longo da carreira explorou diferentes técnicas artísticas, inovou na maneira de de fazer e pensar arte. Através das obras de Matisse refletimos sobre as adaptações que devemos e podemos fazer com o avançar da idade.
Esta exposição pode ser apreciada na Pinacoteca do Estado de São Paulo recebe a exposição individual de Henri Matisse (1869-1954), que está no Brasil pela primeira vez. O pintor e escultor virou referência no século 20 e influenciou várias gerações de artistas. Até então, somente uma parcela de brasileiros que viaja para o exterior consegue contemplar a totalidade de suas obras. Mas, agora, todos poderão conhecer sua arte. A exposição “Matisse Hoje” faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil e é realizada com o apoio excepcional da Biblioteca Nacional da França.
Exposição de Matisse é realizada pela primeira vez no Brasil!
Terceira Idade Ativa
Segue uma matéria publicada no Diário da Saúde (http://www.diariodasaude.com.br) que quero dividir com vocês.
Abraço, Renato Veras
O professor de Educação Física Acácio Tolentino afirmou que é possível recuperar na velhice anos perdidos por falta de atividade física. Pós-graduado em reabilitação cardíaca e grupos especiais, Tolentino se especializou em atender a pessoas com mais de 50 anos de idade.
Com a experiência de quem já ajudou um bancário aposentado, sedentário por mais de 30 anos, a completar a Corrida de São Silvestre, e treinou pessoas com mais de 90 anos, ele garante que qualquer um pode e deve fazer exercícios.
“Independentemente da idade, qualquer pessoa pode fazer atividade física. Basta adequar o exercício à idade e às particularidades fisiológicas de cada um. Para isso, o ideal é procurar um profissional que saiba ajustar o exercício às dificuldades pessoais”, disse Tolentino.
Benefícios em qualquer idade
Segundo o professor, pesquisa recente revelou que pessoas que começaram a praticar exercícios aos 90 anos de idade obtiveram benefícios semelhantes a outras mais jovens. Ele explicou que isso ocorre porque, grosso modo, a capacidade do organismo de um idoso sedentário se beneficiar da prática esportiva é comparativamente maior que a de um adolescente que já faz alguma atividade física ou tem uma vida social intensa.
“Quanto mais sedentário ou destreinado um indivíduo estiver, mas benefícios ele pode ter, já que qualquer coisa que ele fizer, desde que bem orientado, resultará em uma melhora da frequência cardíaca, vai trabalhar o músculo e por aí vai”, garantiu.
Benefícios para os idosos
Além disso, o professor sustenta que no caso de idosos, os benefícios da atividade física vão além dos observados em pessoas mais jovens. Segundo Tolentino, além da sensação de bem-estar, o ganho de força muscular e flexibilidade podem contribuir para que os mais velhos vivam com maior segurança e autonomia.
“Hoje, por causa da ociosidade, muita gente chega à velhice com a capacidade funcional reduzida. Muitos acabam adquirindo doenças crônico-degenerativas que podiam ser evitadas, como diabetes ou hipertensão. Com as limitações, os idosos passam inclusive a ficar mais vulneráveis a quedas”, explica o professor. “Com a atividade física, a pessoa tem uma melhora das funções necessárias à vida diária, seja para subir escadas ou até mesmo para caminhar. O trabalho com o idoso também é muito eficiente para corrigir problemas posturais”.
Orientação médica
Como para qualquer um que queira começar a se exercitar, Tolentino recomenda que primeiro é necessário procurar um médico e fazer um exame cardiológico. No caso dos atletas da terceira idade, o professor também aconselha a consulta a um ortopedista, já que doenças como osteoporose ou artrite podem exigir cuidados extras. Na hora de escolher a academia ou um professor particular, deve ser dada preferência a profissionais especializados no atendimento a grupos especiais.
Para quem não pode ou não quer gastar dinheiro, a dica é procurar um espaço público reservado à prática de atividades físicas. Onde eles não existirem, cabe lembrar que o Estatuto de Idoso, que hoje está completa seis anos, estabelece que é obrigação do Estado e da sociedade assegurar aos idosos a prática de esportes e diversão.
Oportunidades de se exercitar
De acordo com Acácio Tolentino, nos últimos anos, não só a iniciativa privada, mas também os governos começaram a criar oportunidades para que os mais velhos possam se exercitar. Para ele, o que ainda não há em quantidade apropriada são profissionais habilitados a trabalhar com esse público.
“Embora já tenha melhorado muito em comparação a alguns anos, a situação ainda é precária, para quem não pode pagar profissionais qualificados, se pensarmos no número de idosos existentes. E também não adianta ter uma academia se não há ninguém para orientar. Acredito que falta os governos contratarem mais professores de educação física para trabalhar nos espaços públicos que estão sendo criados. Senão é como inaugurar um hospital sem ter médicos”, acrescentou.
Estatuto do Idoso completa seis anos e parte da população ainda desconhece direitos
Quero dividir com vocês essa matéria que saiu ontem na uol, redigida pelo jornalista Alex Rodrigues, da agência Brasil em Brasilia.
Estatuto do Idoso completa seis anos e parte da população ainda desconhece direitos
O Estatuto do Idoso completa hoje (1º) – Dia Internacional do Idoso – seis anos de promulgação. Apesar do tempo em vigor, parte da população ainda desconhece todos os direitos garantidos no documento, criado com o objetivo de assegurar saúde, lazer e bem-estar aos cidadãos com mais de 60 anos, idade estabelecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para definir um idoso.
Se você que tem mais de 60 anos não conhece seus direitos, adquira um exemplar do estatuto nas coordenadorias do idoso mais próximo de sua residência ou quem estiver próximo ao Age, adiquira aqui o seu.
Poucos parecem saber, por exemplo, que a lei proíbe os administradores de planos de saúde de discriminarem o idoso, cobrando dele valores mais altos devido à sua idade. Ou que o Poder Público é obrigado a criar oportunidades de acesso do idoso a cursos especiais que lhe permitam se integrar à vida moderna.
Ao responder à Agência Brasil sobre as conquistas e as dificuldades enfrentadas por quem chegou à terceira idade, pessoas de diferentes idades se limitaram a citar o direito ao atendimento preferencial e a gratuidade do transporte público como importantes avanços.
“Uma das conquistas é o passe livre”, disse a agente aeroportuária Flávia Cristina Facundo, 33. O motoboy Gabriel Borges, 26, além de citar as “várias vantagens de locomoção”, lembrou que os idosos “passam à frente nas filas” para justificar sua impressão de que, “ao contrário do que muita gente diz, hoje há maior respeito com as pessoas mais velhas”.
O aposentado Willian de Souza, 69, discorda. Embora reconheça que em certos aspectos houve melhoras, ele reclama que ainda há muito o que fazer pela saúde e pela qualidade do transporte, dois setores contemplados no estatuto. “É preciso que haja uma condição de transporte condizente com a terceira idade”, afirmou Souza, fazendo coro com os entrevistados que reclamaram da falta de atenção de motoristas, da altura dos degraus dos ônibus e da falta de pontos de ônibus.
“Eles [os motoristas] fingem que não veem e passam direto. Eles não têm amor à pessoa de idade. Pensam que nunca vão ficar velhos, mas um dia eles vão envelhecer”, queixa-se Iracema Farias, 72.
Na última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que a população brasileira está ficando mais velha. De acordo com o IBGE, enquanto em 2007 os brasileiros acima de 60 anos eram 10,5% da população, em 2008 esse percentual subiu para 11,1%.
“Acho que é preciso garantir maior acesso dos idosos à saúde porque os índices de longevidade estão cada vez melhores”, sugere o jornalista Luís Flávio Luz, 35.











