Blog do AGE

Vida Ativa na Maturidade

Fazer exercícios é uma questão de inteligência…será?


Estudo da Universidade de Cambridge com ratos mostrou que não são somente os músculos que crescem com exercícios físicos. O cérebro também aumenta de tamanho milimetricamente. Veja a materia que foi ar no dia 08/03 no Jornal Nacional( TV GLOBO)

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Arte-terapia X Surrealismo X Marc Chagall


Como parte do trabalho de surrealismo, o grupo de Arte-terapia foi ao MASP ver a exposição “o mundo mágico de Marc Chagal”.

Chagal foi um dos pioneiros da modernidade, participou das grandes transformações que ocorreram nas artes no inicio do século 20, reconhecido como um dos artistas mais notáveis de seu tempo.

Sua expressão segue um caminho próprio.

Assim são os participantes do Age, que escolheram melhorar o estilo de vida para uma maturidade saudável nas áreas física, emocional, cognitiva e social.


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Museus têm novos papéis na vida urbana


Texto extraído do Jornal Folha de São Paulo.

O surgimento de inúmeros novos museus sobre os mais variados temas e aspectos da vida humana jogam luz sobre a própria idéia de museu. Os museus vêm, há alguns anos, transformando-se, mudando seu papel na cena da complexa vida das cidades. Em vez de depósitos privilegiados de valores artísticos ou históricos do passado, assumem novos programas, funções e usos diferenciados.

Fluxos cada vez maiores de pessoas se deslocam pelo mundo em busca do que é novo e desconhecido, e os museus são alvos privilegiados nessa busca.Vivemos hoje numa encruzilhada: por um lado, é cada vez menor a possibilidade de se constituirem importantes acervos artísticos, históricos ou documentais pela falta de oferta ou pelo alto valor a se despender para a obtenção de algo significativo -boas peças- na formação de uma coleção com nexo e conteúdo; por outro, a demanda de acesso democrático aos museus aumenta, seja pela implementação de programas escolares de visitação, seja pela necessária abertura de suas portas à entrada de gente que nunca havia botado os pés nesses espaços de ares restritivos e inibidores, espaços para poucos iniciados.

Os museus são hoje parte indissociável das cidades modernas e estão integrados à vida cotidiana. Espaços de reflexão e convivência por excelência, os novos museus se guiam cada vez mais pelo olhar antropológico, ferramenta de grande utilidade nos dias de hoje, em que os conflitos dos encontros são a marca da época, e as cidades, o palco principal.

Assim, ou os museus se transformam para falar a nova língua da “urbis”, para refletir sobre o que se passa na vida do cidadão a partir de seus acervos, ou estarão fadados ao fracasso e ao isolamento. E, hoje, terminam por responder também por importante fatia do turismo sadio, não predador,o chamado turismo cultural.

Está claro que, em tempos de comunicação rápida, o desafio aos criadores e gestores de museus redobra. É preciso encontrar novos meios, novas linguagens para os tempos atuais. E para isso não há regras, cada caso é um caso, cada tema ou assunto demanda soluções próprias de comunicação.

Deveríamos tomar, quem sabe, algumas lições do cinema, que conta velhas histórias sem se esgotar.

Os museus também contam histórias, múltiplas, cruzadas, entrecruzadas. E estão à procura de uma gramática própria em sua conversa com a sociedade -que deve ser cada vez mais abrangente e democrática.

Assim, novos experimentos aparecem e nos instigam a criar e a avançar mais -e não importa se com “high-tech” ou “low-tech”; a questão é como contar boas histórias diferentemente dos livros, dos filmes, das escolas e das igrejas. É provocar estímulos, fazer com que cada pessoa, após uma visita, saia com novas dúvidas, muitas questões e perguntas.

Museu como instrumento de humanização, expansão das fronteiras do conhecimento e da poesia, um alimento do espírito; partindo do lugar -socioambiental ou físico e humano, mas sempre com uma linguagem universal e contemporânea. A comunicação é e continua sendo a chave do sucesso da conversa que se quer travar.Um museu deve ser ponto de honra e orgulho para qualquer comunidade ou cultura que venha a representar. Deve também ser um grande atrativo para os forasteiros, que se deslocam para ver algo original, com força e caráter próprios. Assim, a força motriz de um museu bem idealizado e inteligente movimenta a economia loca lê coloca cidades no mapa cultural.

Hoje, o cidadão que viaja quer uma experiência arquitetônica, antropológica, sensitiva e intelectual diferenciada; uma experiência nova, e não simulacros disfarçados em museus.

Nossos novos museus devem responder às novas demandas da vida, lugares de encontros cada vez mais inusitados e originais. Podem ser instrumentos transformadores da vida nas comunidades, instrumentos eficazes de atração de novos negócios e desenvolvimento econômico e social, dentro de uma lógica que deve partir do lugar e da convivência humana.

MARCELO FERRAZ é arquiteto, sócio do escritório Brasil Arquitetura e integra o conselho do Instituto Brasileiro de Museus.


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Colcha de retalhos aquece a Arte-terapia


Pedaços de vida, pedaços de lembranças, pedaços de sentimentos. Tudo isso somado resulta na nossa história.

Esse foi o final de mais um trabalho da Arte-terapia e seus alunos. Após finalizarem as colchas, trabalhando através de trocas e experiências, conseguiram tecer também a solidariedade, doando as colchas para uma instituição de caridade.

 


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Conheça o tipo de Tênis adequado para o seu pé.



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Quero dividir com vocês essa materia exibida no programa da Ana Maria Braga, sobre o tipo de tênis adequado para cada tipo de pé.
Você já sabe qual é o seu?
Abraço á todos Cristiane


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Carnaval AGE


 

Algumas fotos de nossa festa de Carnaval ocorrida ontem, 11/02.

Carnaval 2010caranaval 2010carnaval 2010Carnaval 2010Carnaval 2010Carnaval 2010


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Viagem à Paris – condição especial


Conseguimos uma condição especial para a desejada viagem à Paris na parceria Age / TAM Viagens.

Desconto de 15% até o dia 12/02, essa sexta.

Relembrando o pacote:

6 noites

Aéreo pela TAM Linhas Aéreas

Hospedagem no Hotel Le Littre, um dos melhores de Paris, com café da manhã

4 jantares inclusos

Tour Paris Retrô (visita aos principais pontos turísticos em um charmoso carro antigo) – incluso

Acompanhamento de professor de francês desde o embarque até o retorno – incluso

Jantar de reencontro em São Paulo, com ares parisiense – incluso

Help center 24h durante a viagem

 

Oportunidade única

Período da viagem de 20 a 28 de março de 2010

Valor: somente US$ 3,780.00 (à vista ou em parcelas sem juros)

Desconto de 15% até 12/02, sexta-feira.

 Opcionais

Cruzeiro pelo Rio Sena com almoço, Paris Champagne Tour, Tour Illuminations e Show Lido, Tour Castelos Vale do Loire, Tour Paris Romântica, Degustação de Vinhos.

Informações: 11 3188-3003 e viagens@agemais.com.br


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Crônica


 

Olá pessoal.

Nesta semana iniciamos mais um curso de literatura no Age. Durante todo o semestre, nas tardes terça, das 16h30 às 18h, dedicaremos um tempo à leitura de um texto curto e em seguida o debateremos, sempre com a finalidade de, a partir de tal leitura, exercitarmos a nossa criatividade para a escrita. O objetivo final desta atividade é fazer com que todos escrevam e, se possível, publiquem o resultado de tal trabalho neste blog.

O texto abordado nesta semana foi o famoso conto “Casa Tomada”, de Júlio Cortazar, marco do realismo fantástico latino-americano. Além da interpretação do texto, também discutimos alguns aspectos formais do gênero conto e as implicações estilísticas que envolvem a obra do autor.

A exemplo de outros cursos – como aquele em que trabalhamos a obra de Guimarães Rosa, por exemplo – temos a intenção de tornar mais prazerosa a leitura de autores considerados difíceis, desmistificando pré-conceitos.

Como estímulo aos iniciantes, transcrevo abaixo uma de minhas crônicas publicada originalmente no jornal “Tribuna Impressa” de Araraquara, quando lá trabalhei como cronista.

Abraços.

Mário Martinez


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Crônica –


Vida Besta

[Mário Martinez]
2h10. Madrugada. O sol do dia que amanhecerá dali a algumas horas já arde na agenda de sua mente. Negócios, compras, a visita à filial, a conta bancária, a bronca no subordinado, o curso de inglês, o novo programa de computador, o almoço com o supervisor, as metas do mês, a revisão do carro, a devolução do filme pego no final de semana e que não pode ser visto por falta de tempo, a retirada de um outro filme (que provavelmente não será visto), a compra dos ingressos para o baile no clube (baile que não sabe ainda se vai – mas é preciso adquirir os ingressos com antecedência), o curso noturno de aprimoramento em administração, o jantar de negócios.
Por um momento, o enxame de compromissos dissolve-se em sua cabeça e ele passa a observar coisas menores. Sobre a escrivaninha ainda repousa semi-aberto o livro de Neruda comprado há mais de um ano e sequer folheado com atenção. Vem-lhe o trecho de uma famosa canção de Chico Buarque e Francis Hime, canção que, aliás, faz parte de um CD com coletânea de canções românticas comprado recentemente e também à espera da primeira audição.

 
O dia anterior não foi diferente. Tão ou mais atribulado como o que está por começar. Acordou às 6, saiu sem café, chegou atrasado para a reunião das 7, não leu o jornal, não comprou o presente de aniversário da mãe, esqueceu-se mais uma vez de telefonar para Cecília, perdeu o prazo para pagar com desconto o seguro do carro, preparou sem atenção a lição de inglês, fez leitura dinâmica dos principais tópicos da apostila do curso de administração. Engolia o cronometrado almoço e nas frestas de olhar observava a colega de mesa (faltou-lhe tempo para cortar o cabelo e comprar o sapato novo).O erro do subordinado.
Enquanto responde formalmente os e-mails de negócio que congestionam sua caixa postal e obrigam-no a ficar acordado todos os dias até aquela hora, lembra-se da moça com quem dividiu a mesa do almoço. A mais bela visão do dia. Rubem Braga dizia que a visão de uma mulher bonita é o maior remédio para nossos males. Mas a imagem da moça vem-lhe imprecisa. Qual a cor de seus cabelos? Como era mesmo o vestido? E os olhos? Ela sorriu? Por que não puxara assunto, um fiozinho de conversa que pudesse produzir algum elo de futuro?

No outro canto da escrivaninha, ao lado do Neruda, em meio a uma quase dezena de pedaços de papéis anotados com letra ligeira, em uma folha amarelecida o último verso de um poema de Drummond parecia lhe dizer algo:

- “Eita vida besta, meu Deus!”


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Memória x Alzheimer


Novas descobertas revolucionam o jeito de entender o Alzheimer

Os nossos hábitos podem pesar tanto quanto os genes na equação que dá origem à esta doença.

Há algum tempo a culpa do Alzheimer era quase que exclusivamente sobre a herança genética. Mas agora está provado: o estilo de vida é tão importante quanto o DNA na hora do aparecimento deste Mal.

Assim revela um estudo da Universidade Colúmbia, EUA, no qual avaliaram 1880 idosos durante 14 anos e puderem comprovar que a dieta e a atividade física modificam o risco da demência. Estes idosos se exercitaram e conservaram um menu rico em peixes, azeite e vegetais, com isso, apresentaram uma probabilidade 60% menor de sofrer o colapso neural. Esses hábitos podem reduzir inflamações e a formação de radicais livres (substâncias prejudicais às células), além de melhorar a ação da insulina e interferir no papel dos genes no cérebro.

Pesquisadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra, notaram após rastrear 300 portadores da doença, um elo entre o Alzheimer e a exposição do corpo a inflamações recorrentes. Acreditam que agentes inflamatórios produzem inflamações aos neurônios amplificando a falência do cerebro. Problemas marcados por processos inflamatórios crônicos, caso da obesidade, diabetes, artrite e doença cardiovascular podem contribuir com o Alzheimer.

VIDA LONGA À MEMÓRIA:

Confira as evidências cientificas sobre alguns hábitos que zelam por um cérebro afiado durante anos e anos.

DIETA

O cardápio que salvaguarda nossos neurônios são: peixes, ovos, frutas e hortaliças, além de moderação nas carnes vermelhas. Pescados como salmão são recheados de Omega- 3, gordura esta que estimula o surgimento de neurônios e preserva os já presentes. Já o ovo é fonte de colina, substância que serve de ingrediente para formação da memória. Os vegetais, por sua vez, oferecem antioxidantes, combatendo os radicais livres.

EXERCÍCIOS FÍSICOS

Mexer o corpo é tão imprescindível para o cérebro quanto malhar a mente. Há indícios que a atividade física estimule a formação de neurônios no hipocampo (região do cérebro que armazena a memória recente). Exercícios aeróbios como caminhar, correr, nadar ou andar de bicicleta melhoram a elasticidade das artérias que estas então conseguem levar ao cérebro maiores quantidades de oxigênio e nutrientes. Esse fluxo sanguineo passa a rasteira na perda da memória.

MENTE ATIVA

Quanto mais se usa a cabeça, mais fortes se tornam os laços entre os neurônios. Exercitar o cérebro é um antídoto contra os males que corrompem a memória e o raciocínio. Para isto, invista em algo que trabalhe a atenção e também lhe dê prazer: leia, faça palavras cruzadas, jogue baralho ou xadrez, navegue na internet por exemplo. Essas atividades favorecem a formação de novas conexões entre os neurônios e reforçam a memória.

SONO

Noites bem- dormidas não são apenas cruciais para processarmos os eventos do dia e consolidarmos as memórias. Elas também previnem o declínio cognitivo, o ato de pensar, raciocinar. Estudos realizados na Universidade de Washington, EUA, sugerem que quem foge da cama na juventude e na vida adulta corre um risco maior de padecer de Alzheimer lá na frente.

SAÚDE BUCAL

Ao escovar os dentes você está prestando um serviço à sua memória. É o que constata um estudo da Universidade de West Virginia, EUA, onde os voluntários que ostentavam um sorriso bonito eram os mesmos que guardavam melhor as lembranças. Isso pode ser explicado pelas inflamações típicas das doenças que afetam dentes e gengiva. Ao que tudo indica, elas repercutem nas funções cognitivas.

Apesar de tais descobertas, pesquisadores ainda não descobriram a cura da doença, mas se pudermos nos ajudar na prevenção e tratamento da mesma com simples atitudes, por que não fazermos?

Ora, idade só virou sinônimo de sabedoria devido à nobre capacidade de reter e acumular conhecimento. Vamos acabar com este mal!!!

Fonte: SPONCHIATO, Diogo. A memória em jogo. Revista SAÚDE, São Paulo, SP, n. 320, p. 36- 42.

Um abraço a todos


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